quinta-feira, março 26, 2020
Introduction to modern amphibians
quarta-feira, março 28, 2018
Evolução Convergente e Divergente
Entre os muitos tipos de evolução há dois fenómenos opostos comparáveis: o de Evolução Convergente e Divergente.
Evolução convergente é o fenómeno evolutivo em que seres vivos de origens diferentes desenvolvem características semelhantes . Ou seja, é quando um carácter semelhante evolui independentemente em duas espécies ou linhagem, não existindo no ancestral comum. Como exemplo: o lobo (Canis lupus) e o tilacino ou tigre-da-Tasmânia (Thylacinus cynocephalus) que evoluíram para um corpo semelhante embora sejam de linhagem bem distintas: placentário e marsupial, respectivamente. Outro exemplo: corpo e barbatanas dos golfinhos, tubarões, ictiossauros e pinguins.
Evolução divergente é fenómeno evolutivo que espécies aparentadas gradualmente se tornam mais diferentes (morfologicamente, geneticamente ou outra), através da acumulação de diferenças que poderão criar novas espécies e novos clados. Este é o processo evolutivo mais frequente na natureza. Exemplo: linhagem dos mamíferos marsupiais e placentários que divergiram no Jurássico de um ancestral comum, semelhante a Juramaia.
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| Evolução convergente e divergente. |
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| Exemplo de evolução convergente entre o lobo e o tilacino. |
Fontes das imagens:
Skull: Fritz Geller-Grimm - Own work. Copy of a skull of Thylacinus cynocephalus and original skull of Canis lupus, Museum Wiesbaden Naturhistorische Landessammlung, Germany
https://en.wikipedia.org/wiki/Convergent_evolution#/media/File:Beutelwolfskelett_brehm.png
Wolf: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/58/WolfSkelLyd1.png
Thylacine: Baker; E.J. Keller. - Report of the Smithsonian Institution. 1904 from the Smithsonian Institution archives.
sábado, julho 01, 2017
Europatitan eastwoodi, o novo saurópode do Cretácico Inferior de Espanha
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| Europatitan eastwoodi. Ilustração de Davide Bonadonna. |
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| Comparação de tamanho entre Europatitan eastwoodi e Clint Eastwood. |
quinta-feira, abril 13, 2017
O clima e a geologia como criadores de espécies
É bastante comum nas dunas interiores das nossas praias encontrarmos comunidades de vegetação arbustiva espinhosa dominadas pelo género Stauracanthus. Juntamente com o género Ulex, são as plantas que comummente se conhecem como tojos.quarta-feira, abril 05, 2017
Conferência "Reptilian record from the Late Jurassic of the Lusitanian Basin. An update"
quarta-feira, março 22, 2017
Árvore dos dinossauros é abanada, com mudança radical na classificação
quinta-feira, fevereiro 16, 2017
Novo dinossauro encontrado com conteúdo estomacal preservado
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terça-feira, dezembro 08, 2015
Darwin, Owen, Huxley, os dinossauros e as mãos das estátuas
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| Darwin sempre mostrou interesse por fósseis mas não estudou dinossauros. |
quinta-feira, fevereiro 26, 2015
Evolução de dentes de dinossauros carnívoros em doutoramento de Christophe Hendrickx (FCT-UNL)
O Christophe defendeu a sua tese de forma brilhante e deixou-nos orgulhosos. O trabalho será uma referência sobre a evolução de dentes de dinossauros carnívoros.
Vogais• Doutor Miguel Carlos Ferreira Telles Antunes, Professor Catedrático Aposentado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa;• Doutora Ausenda Cascalheira Assunção de Cáceres Balbino, Professora Catedrática da Universidade de Évora;• Doutor Paul Martin Sander, Professor da Universidade de Bona (Rheinische Friedrich-Wilhelms-Universität Bonn) - Germany;• Doutor Octávio João Madeira Mateus, Professor Auxiliar da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa; (Orientador)• Doutor Stephen Louis Brusatte, Reader in Palaeobioligy “School of GeoSciences”, University of Edinburgh – UK.Hora: 14H30
Local: Sala de Actos - Edifício IV
Publicações que resultaram directamente da dissertação de Christophe Hendrickx:
| Agora Doutor Christophe Hendrickx |
http://dx.doi.org/10.11646/zootaxa.3759.1.1
Figures and dataHendrickx, C. & Mateus, O. 2014. Torvosaurus gurneyi n. sp., the largest terrestrial predator from Europe, and a proposed terminology of the maxilla anatomy in nonavian theropods. PLoS ONE 9 (3): e88905. http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0088905
FiguresHendrickx, C., Mateus, O. and Araújo, R. in press. A proposed terminology of theropod teeth (Saurischia: Dinosauria). Journal of Vertebrate Paleontology.
Hendrickx, C., Araújo, R. & Mateus, O. in review (accepted). The nonavian theropod quadrate I: standardized terminology and overview of the anatomy, function and ontogeny. PeerJ. PeerJ PrePrints 2:e379v1. http://dx.doi.org/10.7287/peerj.preprints.379v1
Hendrickx, C., Araújo, R. & Mateus, O. in review (accepted). The nonavian theropod quadrate II: systematic usefulness, major trends and cladistic and phylogenetic morphometrics analyses. PeerJ. PeerJ Preprints 2:e380v1.
http://dx.doi.org/10.7287/peerj.preprints.380v1
Hendrickx, C., Mateus, O. and Araújo, R. in press. The dentition of Megalosauridae (Theropoda: Dinosauria). Acta Palaeontologica Polonica. DOI: 10.4202/app.00056.2013 http://www.app.pan.pl/article/item/app000562013.html
Araújo, R., Castanhinha, R., Martins, R. M. S., Mateus, O., Hendrickx, C., Beckmann, F., Schell, N. and Alves, L. C. 2013. Filling the gaps of dinosaur eggshell phylogeny: Late Jurassic theropod clutch with embryos from Portugal. Scientific Reports 3 (1924): 1–8.
http://www.nature.com/srep/2013/130530/srep01924/full/srep01924.html
FiguresMais informação online sobre o Christophe Hendrickx: Personal website, FCT Website
quinta-feira, maio 29, 2014
Livros que marcam a Paleontologia de Dinossauros e Evolução em Portugal
Quadro Elementar da Historia Natural dos Animaes, Cuvier 1815
Esta obra de George Cuvier, é publicada em 1815 em dois tomos traduzidos em Português por Antonio D'Almeida, "Cavalleiro da Ordem de Christo, Cirurgiaõ da Real Camara, Lente d'Operaçoens no Hospital Real de S. Joze de Lisboa, e Membro Effectivo do Real Collegio dos Cirurgioens de Londres".Título original "Tableau élémentaire de l'histoire naturelle des animaux" publicada em 1797-1798, o que demorou apenas 17 anos a ter edição portuguesa.
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| Quadro Elementar da Historia Natural dos Animaes, Cuvier 1815 |
Vertébrés fossiles du Portugal, Sauvage 1897-98
O título completo desta obra de Henri Émile Sauvage é "Vertébrés fossiles du Portugal: contributions à l'étude des poissons et des reptiles du jurassique et du crétacique" publicada em 1897-98 pela Direction des Travaux Géologiques du Portugal (título original em Francês) e impressão da Académie royale des Sciences, 1898). Esta obra ilustra, pela primeira vez, dinossauros em Portugal, mas também refere peixes, serpentes, crocodilos, plesiossauros e ictiossauros.![]() |
Vertébrés fossiles du Portugal, Sauvage 1897-98
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Origem das Espécies, Darwin 1913 (1ª edição portuguesa)
A primeira edição portuguesa da Origem das Espécies de Charles Darwin é de 1913 e chega-nos pela Livraria Chardron de Lello & Irmão, Lda., do Porto e foi traduzida por Joaquim Dá Mesquita Paúl. É curioso que tão importante livro tenha demorado 54 anos a ser publicado em Portugal.| Origem das Espécies, Darwin 1913 (1ª edição portuguesa) |
| Imagem de Darwin na edição Portuguesa de 1913 |
Les dinosauriens du Portugal, Lapparent e Zbyszewski 1957
Albert F. de Lapparent e Georges Zbyszewski. Direction Générale des Mines et Services Géologiques, No. 2.Este livro é uma importante marco da paleontologia de dinossauros em Portugal, pois descreve importantes fósseis de dinossauros, entre os quais o Brachiosaurus atalaiensis, Apatosaurus alenquerensis, Megalosaurus pombali, Astrodon pusillus, entre muitos outros.
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Les dinosauriens du Portugal, Lapparent e Zbyszewski 1957
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Todos estes exemplares originais pertencem colecção de Octávio Mateus e podem ser vistos na actividade Dinossauros às Quintas, na FCT-UNL.
quarta-feira, abril 09, 2014
terça-feira, abril 08, 2014
Os factores físicos que influenciam a evolução dos mosassauros
Resumo:
Mosassauros são lagartos marinhos com uma história de 32,5 milhões anos desde a sua aparição aos 98 Ma até à sua extinção na fronteira K- Pg (65,5 Ma). Usando uma base de dados de 43 géneros e 94 espécies, comparamos a diversidade e os padrões de disparidade morfológica na mosassauros com o nível do mar, a temperatura da superfície do mar, e as curvas de isótopos de carbono estáveis para o Cretácico Superior para explorar os factores que podem ter influenciado a sua evolução. Não existe nenhum factor único inequivocamente responsável por todas as radiações, diversificação e extinção; no entanto, os padrões mais amplos de diversificação taxonómica e a disparidade morfológica apontam para uma diferenciação de nicho, com cenários "fishing up" sob a influência de pressões seletivas de base ("bottom-up"). A força mais provável na evolução dos mosassauros foi elevada produtividade no Cretácico Superior , impulsionada pelo nível do mar controlado tectonicamente e estratificação oceânica climaticamente controlada e a disponibilidade de nutrientes. Os mosassauros extinguem-se quando a produtividade colapsa no final do Cretácico, coincidindo com impacto do meteorito.
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| Evolução dos mosassauros (Polcyn et al., 2014). |
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| Zonas de upwelling ao longo do tempo (Polcyn et al 2014) |
Referência:
Polcyn, M. J., Jacobs, L. L., Araújo, R., Schulp, A. S., & Mateus, O. (2013). Physical drivers of mosasaur evolution. Palaeogeogr Palaeoclim Palaeoecol.
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quarta-feira, outubro 16, 2013
Evolução e dinossauros no Porto
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| Crânio de Triceratops na Universidade do Porto (Foto: Univ. Porto) |
A Universidade do Porto tem, desde Maio, alguns dinossauros no âmbito da exposição “Terra em Transformação”. Em Novembro, o Edifício da Reitoria da Universidade do Porto vai também receber um ciclo de palestras sobre evolução com o nome "Histórias da Terra e da Vida: do Big Bang ao Homem".
Programa:
19 novembro – 21.30h
Big Bang - a origem do universo – Orfeu Bertolami
Sistema solar e planetas – Nuno Santos
23 novembro – 15.00h
Um olhar sobre a Terra – Frederico Borges
Evolução da Vida: dos estromatólitos às trilobites – Helena Couto
30 novembro – 15.00h
Evolução das plantas ao longo da história da Terra– João Pais
Evolução dos Dinossauros e outros vertebrados – Octávio Mateus
12 dezembro - 21.30h
Origem das espécies – António Amorim
A origem do homem do ponto de vista da Arqueologia– João Pedro Ribeiro

















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