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terça-feira, novembro 05, 2019

Livro «À Descoberta dos Fósseis em Portugal»

Há um novo livro sobre fósseis de Portugal, «À Descoberta dos Fósseis em Portugal», escrito por Manuel Lima e edição do próprio.


O livro tem "Breves referências a alguns dos mais interessantes registos fossilíferos encontrados no nosso país  |  A vida durante as Eras Paleozóica, Mesozóica e Cenozóica | 542 milhões de anos de Geistória".


Trata-se de uma publicação, com 248 páginas e ilustrada com 440 fotografias a cores, do autores ou copiadas de numerosos sites de Internet, incluindo o blog Lusodinos, organizado por:

  • Alguns conceitos relativos à paleontologia e à geistória
  • A Evolução da Vida
    • Era Paleozóica ou "Era das Trilobites"
    • Era Mesozóica ou "Era dos Répteis"
    • Era Cenozóica ou "Era dos Mamíferos"
    • Museus portuguesescom exposições de fósseis e paleontologia
    • Bibliografia

O autor é licenciado em Educação no Instituto Piaget e professor aposentado do ensino secundário.

Título: À Descoberta dos Fósseis em Portugal
Autor: Manuel Lima
Edição: Manuel Lima
Outubro de 2019. 248 páginas.
1000 exemplares; Dep. Legal nº 460547/19; Sem ISBN



sábado, julho 11, 2015

Livro "Dinossauros de Portugal & Friends"

Hoje, 11 de Julho, é lançado o livro "Dinossauros de Portugal & Friends" de Simão Mateus, na Junta de Freguesia da Lourinhã, pelas 16:00.

Este é o quarto livro do autor, sempre de carácter de divulgação juvenil. Os dinossauros são um tópico que fascina todas as gerações e condições, sendo esse interesse ainda mais evidente junto de crianças e jovens até aos 14 anos de idade. A verdade é que os dinossauros são um excelente tema-estandarte para a divulgação de ciência pois adquiriram uma capacidade de atração que fazem da paleontologia um excelente tópico que é a porta de entrada para outras disciplinas como a biologia, geologia, ciências naturais, evolução, etc. Os dinossauros são, portanto, verdadeiros embaixadores da ciência.

Este livro de Simão Mateus mostra isso de forma magistral, ilustrando os bons exemplos da paleontologia portuguesa contribuindo para a divulgação de um património de importância global que honra e responsabiliza Portugal. Nesta obra dá-se uma visão cientificamente actualizada de alguns dos mais icónicos dinossauros e outros vertebrados fósseis de Portugal, sobretudo do Jurássico Superior com 150 Milhões de anos. Aqui é contada uma história local com relevância global, numa linguagem simples e acessível falando de dinossauros menos conhecidos como o Lourinhanosaurus ou o Draconyx.

Título: Dinossauros de Portugal & Friends
Autor: Simão Mateus 
Edição de autor
ISBN 978-989-20-5791-0
Tiragem: 1000 exemplares
Data: Julho 2015
A cores, 48 páginas
Preço: 9€


domingo, janeiro 18, 2015

Novo livro de estratigrafia: 'STRATI- At the Cutting Edge of Stratigraphy'

Foi lançado recentemente na Universidade Nova de Lisboa o livro "STRATI 2013 - First International Congress on Stratigraphy - At the Cutting Edge of Stratigraphy" publicado pela Springer.

O Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa teve uma participação de peso pois os editores foram Rogério Rocha, João Pais, José Carlos Kullberg e Stanley Finney.

Referência:
Rocha et al. (eds) (2014). STRATI 2013 - First International Congress on Stratigraphy
At the Cutting Edge of Stratigraphy. Springer Geology. ISBN 978-3-319-04363-0 ISBN 978-3-319-04364-7 (eBook). DOI 10.1007/978-3-319-04364-7.
Link para Springer
Capa e página 3 do livro Strati 2013


O livro de 1335 páginas é o resultado do I Congresso Internacional de Estratigrafia, que decorreu em Lisboa em 2013 e torna-se uma referência da estratigrafia mundial. Contém algumas referências a Portugal e dinossauros.Um dos trabalhos é referente à estratigrafia do Porto da Calada com a transição Jurássico/Cretácico em Portugal.

Salminen, J., Dinis J., & Mateus O. (2014). Preliminary Magnetostratigraphy for the Jurassic–Cretaceous Transition in Porto da Calada, Portugal. (Rogério Rocha, João Pais, José Carlos Kullberg, Stanley Finney, Ed.).STRATI 2013 First International Congress on Stratigraphy At the Cutting Edge of Stratigraphy. 873-877., Heidelberg New York Dordrecht London: Springer. PDF LINK 

Porto da Calada com a indicação da transição Jurássico / Cretácico (Mateus et al., in press). 


terça-feira, dezembro 27, 2011

Trilobites de Portugal

Portugal tem um registo formidável de trilobites. Com alguma surpresa encontrei à venda, em Munique, Alemanha, uma revista francesa com um número especial inteiramente dedicado às trilobites do Ordovícico de Portugal.


Fossiles, 2010, hors-série 1
Trilobites de l’Ordovicien du Portugal
escrito por Pierre-Marie Guy
90 páginas

Mais informações aqui.

sábado, novembro 06, 2010

A importância de uma biblioteca acessível: B-on

Não há domínio da ciência que não precise de uma biblioteca vasta, acessível e actualizada de artigos científicos, seja ela num formato tradicional com os documentos impressos em papel ou em formato digital em PDF. A verdade é que é (quase) impossível fazer ciência sem consultar os artigos científicos mais recentes.
Os investigadores debatem-se todos os dias com essa necessidade, sobretudo aqueles associados a pequenos centros de investigação e sem possibilidade de pagar a desmesuradamente dispendiosa assinatura de muitas revistas científicas.


Há algum tempo o Governo negociou uma das mais importantes medidas científicas em Portugal e agora a  B-on "reúne as principais editoras de revistas científicas internacionais de modo a oferecer um conjunto vasto de artigos científicos disponíveis on-line", acessíveis às instituições universitárias portuguesas.

Diz o site oficial:
Biblioteca do Conhecimento Online (b-on) disponibiliza o acesso ilimitado e permanente às instituições de investigação e do ensino superior aos textos integrais de mais de 22.000 periódicos científicos internacionais e 18.000 ebooks de 19 fornecedores de conteúdos, através de assinaturas negociadas a nível nacional.
Esta biblioteca começou a ser planeada em 1999, altura em que na programação do Quadro Comunitário de Apoio foi referida por "Biblioteca Nacional de C e T em Rede". Em 2000, o OCT – Observatório das Ciências e Tecnologias procedeu a um levantamento exaustivo das assinaturas de revistas científicas de todas as instituições portuguesas para preparar as negociações com as editoras, em 2001 foi disponibilizada a importante ferramenta de bibliografia científica Web of Knowledge , do Instituto de Informação Científica de Filadélfia, que permitiu o acesso a títulos, resumos e informação de citações e impactos de cerca de 8.500 revistas, incluindo registos desde 1945. Também em 2001 foi iniciada pelo OCT a negociação com as principais editoras.

Como reacção, há uma petição pública a favor da manutenção da B-on: http://www.peticaopublica.com/?pi=BibOn. Já assinei e exorto a fazerem o mesmo.

Precisamos de acesso ao conhecimento científico!







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terça-feira, janeiro 05, 2010

Repositório Científico da Universidade Nova de Lisboa


A Universidade Nova de Lisboa abriu um Repositório que pretende recolher, armazenar, gerir, preservar e permitir o acesso à produção intelectual da UNL,
incluindo PDF de artigos, teses e afins.

Basta aceder aqui http://run.unl.pt/ e... boa busca!




quarta-feira, abril 01, 2009

Revista "Ciências da Terra"


A revista científica Ciências da Terra tem agora um domínio próprio em www.cienciasdaterra.com com dezenas de artigos científicos em PDF gratuitos que se debruçam sobre geologia estrutural, estratigrafia, paleontologia, etc.

Esta revista é mantida pelo mantida pelo Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.

Novos manuscritos são bem-vindos. Veja instruções aqui.




terça-feira, dezembro 09, 2008

Pterossauro gigante descoberto no Brasil



http://dn.sapo.pt/2008/12/05/ciencia/pterossauro_gigante_descoberto_brasi.html

Pterossauro gigante descoberto no Brasil


FILOMENA NAVES
Paleontologia. Investigador da universidade de Portsmouth estudou um crânio fossilizado gigante descoberto há anos no Brasil e, com isso, deu uma nova espécie de pterossauro à ciência. Este era o maior réptil voador sem dentes que há 115 milhões de anos cruzava os céus do planeta. Os seus parentes mais próximos conhecidos foram descobertos na China
Estava há vários anos no museu de ciências naturais de Karls- ruhe, na Alemanha, mas foi no Nordeste do Brasil, na formação rochosa de Crato, em Araribe, que o fóssil de pterossauro foi originalmente descoberto. Mark Witton, paleontólogo da universidade de Portsmouth, decidiu estudar aquele enorme crânio fossilizado e com isso deu uma nova espécie de pterossauro à ciência.

Witton chamou-lhe Lacusovagus (que significa emigrante marinho) porque há 115 milhões de anos aquele enorme réptil voador vivia numa região coberta por água. 

Os resultados do estudo foram publicados na edição de Novembro da revista científica Paleontology.

No conjunto de todos os répteis voadores, o Lacusovagus tinha um tamanho médio mas, no seu próprio grupo (dos que não tinham dentes) este foi o maior até hoje identificado.

Este pterossauro podia chegar a ter cinco metros quando abria asas, ocupando assim o espaço idêntico a um monovolume. 

"Alguns fósseis desta família de répteis encontrados anteriormente na China não têm mais de 60 centímetros, ou seja, têm a dimensão do crânio que agora estudámos", explicou Mark Witton, citado pela Science Daily, sublinhando que "este reduz ao tamanho de anões todos os outros animais desta família que conhecíamos anteriormente".

A decisão de estudar este crânio por parte do paleontólogo norte-americano surgiu na sequência de um pedido que lhe foi feito nesse sentido. 

O seu estado de conservação, bastante fragmentado, tal como fora encontrado em Crato, não ajudou muito ao seu trabalho, como o próprio paleontólogo confessou.

"Este fóssil estava esmagado em parte, o que tornou até difícil verificar que originalmente não possuía dentes", contou Witton. Mas a grande dimensão do crânio é inquestionável e essa característica, segundo o investigador, sugere que os hábitos alimentares do animal deveriam incluir presas de grande dimensão também. 

Não há certezas, no entanto, e o paleontólogo reconhece que será necessário estudar outros fósseis da mesma espécie para avaliar esse tipo de características.

O cientista não esconde, no entanto, o entusiasmo que a descoberta lhe causou e a importância que tem para a ciência. "A descoberta de um fóssil como este no Brasil , uma região muito distante daquela em que encontrámos anteriormente os seus parentes mais próximos, demonstra que sabemos realmente muito pouco sobre a evolução, a distribuição e a História deste fascinante grupo de criaturas".

A sua descoberta num local onde, além do mais, se sabe existirem outros fósseis ainda não estudados, mas que estarão bem preservados, é outro sinal de bom augúrio para o estudo futuro destes animais pré-históricos, abrindo a possibilidade de novos conhecimentos nesta área. Estudado o exemplar do museu, há todo um passado à espera de ser descoberto no Crato.|

sexta-feira, novembro 28, 2008

O que nos dizem os fósseis sobre evolução? O exemplo dos dinossauros

A paleontologia é a ciência que estuda os fósseis e os seres extintos. Os fósseis dão-nos um fabuloso manancial de informação sobre a evolução, e são das melhores evidências dos vários grupos de animais e plantas que têm habitado no nosso planeta desde há, pelos menos, 3000 milhões de anos.

Os fósseis contam a história de cada estádio evolutivo que os animais passaram até terem a forma que possuem hoje.

Por exemplo, como se deu a evolução das aves? Originaram a partir de que tipos de animais? Estudos e descobertas desde o tempo de Darwin mostram claramente que as aves evoluíram a partir de répteis, mais concretamente de dinossauros carnívoros, os terópodes. Este grupo de predadores inclui o Allosaurus, o Tyrannosaurus rex, e o Velociraptor. Era precisamente terópodes como este último que tinham uma série de características corporais que permitiram às aves levantar voo. Por exemplo, tinham o corpo coberto de pe

nas, ossos ocos e leves, músculos e ossos peitorais que permitiam força e mobilidade dos braços para movimentos precursores ao voo. Mas contrariamente à maioria das aves actuais, os Velociraptor e os seus “parentes” ainda possuíam dentes, cauda e garras nas mãos.


Fósseis como o Archaeopteryx, com 150 milhões de anos, mostram fases de morfologia intermédia entre dinossauros carnívoros, tipicamente reptilianos e as aves actuais, pois tinham asas bem desenvolvidas que permitiam voar, mas ainda possuíam cauda óssea, dentes e garras nas asas. Todas as aves modernas descenderam de dinossauros semelhantes ao Microraptor, e ao Archaeopteryx, por isso, em rigor podemos afirmar que os dinossauros nunca se extinguiram. Apenas evoluíram até ao que conhecemos hoje como aves. Portanto, do ponto de vista da classificação das espécies, todas as aves são dinossauros.

Existe, portanto uma transição entre o grupo dos dinossauros e as aves? Não! Tal como não podemos dizer que existe uma transição entre os canídeos e o cão, entre os mamíferos e os cetáceos, entre os primatas e o humano, porque comparamos um todo e a sua parte. As aves são dinossauros assim como os cães são canídeos, os cetáceos são mamíferos e nós somos primatas.

Por outro lado, em rigor, cada fóssil é uma forma de transição entre uma morfologia mais primitiva, seu ancestral, e outra mais derivada, seu descendente. Ou seja os fósseis de são formas de transição, mas não são grupos de transição.

O primeiro cientista a propor a origem das aves a partir dos dinossauros foi Thomas Huxley, um dedicado amigo de Charles Darwin e muitas vezes apelidado como o “Bulldog de Darwin” ao ter comparado um esqueleto de dois pequenos dinossauros muito semelhantes, o Compsognathus e Archaeopteryx. O segundo é uma ave… o outro ainda não. 

A mais emblemática das características é a presença de penas em, pelo menos, uma vintena de fósseis de dinossauros não-avianos e não voadores. As penas permitiam o controle de temperatura corporal mais eficaz.

A existência de dinossauros não-avianos com penas foi postulada muito antes do primeiro fóssil deste tipo ter sido descoberto, há cerca de 10 anos atrás. (Note-se que, inicialmente, o Archaeopteryx não era considerado um dinossauro, mas sim uma ave; esse, já descoberto no séc. XIX.) Tal previsão só foi possível à luz da evolução darwiniana, sendo actualmente suportada pelas fortes evidências fósseis. Esta e outras previsões (úteis para testar hipóteses na paleontologia) não podem ser explicadas por nenhuma teoria não evolucionista alternativa. Esta questão tem sido esquecida por criacionistas, seja de forma honesta, por ignorância, ou de forma estratégica e deliberada. A capacidade de previsão da ciência, e em particular da teoria da evolução, não só lhe dá força, como demonstra adequação ao mundo natural.

Os fósseis têm ainda um óptimo poder de fascínio entre jovens estudantes e são um eficaz instrumento para ensinar e aprender evolução. Os fósseis de dinossauros, por exemplo, cativam atenções e despoletam imaginações. Portugal é muito rico em vestígios de dinossauros. Apesar na sua área, o país está entre os que possuem mais géneros e espécies destes répteis mesozóicos. 

domingo, outubro 19, 2008

Um pouco da história da publicação Sauvage (1897-1898)


Paul Choffat, geólogo de profissão, suiço de origem e recrutado então pela Direcção de Trabalhos Geológicos de Portugal tinha por missão cartografar o Mesozóico português. No decorrer do seu trabalho de campo, Choffat encontrou ínumeros vestígios de vertebrados, desde peixes a ictiossauros, desde o Cabo Espichel a São Pedro do Sul. Aconteceu que, Choffat não estava minimamente preocupado esses achados, pois as suas atenções incidiam principalmente na cartografia e... o intresse bioestratigráfico dos vertebrados era então considerado limitado, pelo que datações relativas dificilmente se poderiam obter com base nesses vestígios. Foi assim que Choffat decidiu entregar os espécimes recolhidos ao preeminente paleontólogo francês da altura: Henri-Emile Sauvage. Este assim descreveu nas edições da Direcção dos Trabalhos Geológicos o material recolhido até então, e, esta publicação é ainda hoje - sem dúvida - um marco histórico na paleontologia de vertebrados de Portugal.
Para uma melhor contextualização da época dois pontos de vista têm de ser tidos em linha de conta, por um lado o furor ao virar do século XX que existia na Europa sobre a paleontologia no geral, e, por outro, a libertação de fundos pela maioria dos governos europeus para a investigação/cartografia dos recursos geológicos nacionais. O primeiro ponto tem que ver com o desabrochar da paleontologia enquanto ciência e, por motivos que ainda hoje estão para descobrir, o fascínio pelos fósseis que desde sempre moveram as pessoas. O segundo ponto é igualmente crucial, pois aliado ao facto de se perceber melhor o potencial dos recursos geológicos do país, vinham os fósseis; que, sem a mobilização dos recursos monetários suficientes nunca permitiriam que a publicação de Sauvage e de tantas outras na Europa fosse possível.


Este post foi inspirado numa conversa e conhecimentos de Carlos Natário, de modo que partilho a autoria com ele.

sábado, maio 03, 2008

Foto do dinossauro do dia: Albertosaurus

Durante uma semana, tentarei fazer o post de uma fotografia de um dinossauro por dia. Hoje começamos pelo Albertosaurus:




domingo, janeiro 20, 2008

Livros de Paleontologia

Sugestão de alguns livros úteis em paleontologia de dinossauros:


Encyclopedia of Dinosaurs
Philip J. Currie, Kevin Padian
1997, Academic Press, 869 pages, ISBN 0122268105
Com um estilo enciclopédico, aborda os principais temas da paleontologia de dinossauros, por ordem alfabética. Em inglês.
Google Books





Dinosaurs: the Encyclopedia
Donald F. Glut
2000, McFarland & Company, ISBN 0786405910, 1076pp.
Mais suplementos I (2000), II (2002) e III (2003).
Todos os dinossauros, um por um. Em inglês.
Google Books





The Dinosauria
David B. Weishampel, Peter Dodson, Halszka Osmólska
Published 2004, University of California Press, 880 pages, ISBN 0520242092
Revisão dos principais grupos de dinossauros. É considerado por muitos a Bíblia dos livros de dinossauros. Em inglês.
Google Books




Paleontologia
Ismar de Souza Carvalho (Ed.)
2004, Interciência, ISBN 8571931070
Excelente livro em português para uma compreensão geral da paleontologia.





The Complete Dinosaur
James Orville Farlow, M. K. Brett-Surman
1997, Indiana University Press, 752 pages, ISBN 0253213134
Conjunto de artigos científicos que focam a paleontologia dos dinossauros. Em inglês.
Google Books




Na área dos DICIONÁRIOS E GLOSSÁRIOS DE CIÊNCIA sugere-se:
anónimo (1984) Dicionário de Mineralogia e Geologia Ilustrado. Círculo de Leitores, 301 pp.

BREUIL, M. (1997). Dicionário das Ciências da Terra e da Vida.Climepsi Editores, Coimbra. 459 pp. ISBN 972-8449-95-X

HARTMANN-PETERSEN, P. & PIGFORD, J.N. (1991). Dicionário de Ciência. Publicações Dom Quixote. Lisboa. 380 pp. ISBN 972-20-0847-9

Dictionary of Bioscience. 2nd. Ed. McGraw-Hill. 2003. 662 pp.

Dictionary of Earth Science. 2nd. Ed. McGraw-Hill. 2003. 466 pp.

terça-feira, março 01, 2005

Quais os 3 livros mais importantes para começar a aprender sobre dinossauros?

LIVROS IMPORTANTES PARA AMANTES DE DINOSSAUROS:

P.J. Currie and K. Padian, (Eds.)(1997). Encyclopedia of Dinosaurs pp.661 Academic Press, San Diego, California/London, UK.
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Glut, D.F. (1997). Dinosaurs: The Encyclopedia. McFarland & Co. 1076pp.
Mais suplementos I (2000), II (2002) e II (2003).
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Weishampel, D.B., Dodson, P., & Osmólska, H, (eds.) (2004). The Dinosauria, 2nd ed. Univ. California Press.
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