O Museu da Lourinhã mudou e agora conta a história do Atlântico
TERESA SERAFIM
9 de Fevereiro de 2018, 7:45
sábado, fevereiro 10, 2018
O Museu da Lourinhã mudou e agora conta a história do Atlântico
sexta-feira, fevereiro 09, 2018
Abriu o Dinoparque Lourinhã
| Dinoparque Lourinhã. Entrada |
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| Aspecto da sala de paleontologia no Dinoparque. |
| Inauguração |
| Afonso, o primeiro visitante oficial do Dinoparque, com o seu pai. |
| Equipa envolvida no Dinoparque. |
| Equipa do Museu da Lourinhã |
segunda-feira, janeiro 22, 2018
Jogos de tabuleiro sobre Paleontologia
Os jogos de tabuleiros e cartas estão a ganhar grande popularidade. Há para todos os gostos, dificuldades, estratégias e temas. Obviamente o tema da paleontologia, dinossauros e evolução não escapa a esta tendência.
Na área da Paleontologia, Dinossauros e Evolução existem alguns jogos interessante nomeadamente na categoria de Gestão de Mão (Hand Management) em que são jogos com cartões que recompensam os jogadores por jogar cartas em certas sequências ou grupos. A sequência / agrupamento ideal pode variar, dependendo da posição da placa, dos cartões mantidos e dos cartões jogados pelos adversários. Gerindo as suas mão significa obter o máximo valor de cartões disponíveis em determinadas circunstâncias. Os cartões muitas vezes têm múltiplos usos no jogo, ofuscando ainda mais uma sequência "óptima".
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| Alguns dos jogos de tabuleiros e cartas sobre paleontologia |
Segundo a Wikipédia, as principais categorias dos jogos e tabuleiro são: jogos de estratégia abstractos, jogo de alinhamento, jogos de leilão, Variantes do xadrez, jogos de configuração, Jogos de conexão, jogos cooperativos, jogos de conta e captura, jogos de cruz e círculo, jogos de dedução, jogo de destreza, Jogos de simulação de economia, jogos educacionais, jogos de eliminação, jogos de fantasia, jogos de adivinhação, e jogos de regra oculta.
Deixamos aqui alguns exemplos de jogos dedicados a paleontologia, dinossauro e evolução:
BONE WARS: The Game of Ruthless Paleontology (2005)
The Great Dinosaur Rush (2016)
Dominant Species (2010), tabuleiro com peças
Dominant Species: The Card Game (2012)
Evolution: The Origin of Species (2010)
Terra Evolution (2011). Este tem o mais alto “overall ranking” 13,260 no site da especialidade boardgamegeek.com.
Evo (2011)
Dinosaur Island (2017)
DinoGenics (2018)
Evolution (2014)
Go Extinct! (2014)
Trias (2002)
Bios Megafauna (2nd edition) (2017) Este é o que tem melhores ratings médios (8.4) no site especializado.
Primordial Soup (1997)
A.D.A.P.T. (2016)
Raptor (2015)
quinta-feira, janeiro 11, 2018
Nova espécie de peixe jurássico de Portugal
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| Otólitos de Guimarotaichthys problematicus (Schwarzhans, 2018). |
Esta nova espécie é baseada em otólitos que são pequenas concreções de carbonato de cálcio presentes dentro de câmaras no aparelho vestibular do ouvido interno dos peixes e que têm a função de controlar a posição do corpo do animal, ou seja, manter o equilíbrio postural.
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| Relação filogenética do peixes ósseos e comparação dos seus otólitos (Schwarzhans, 2018) |
O artigo é publicado por Werner Schwarzhans de Hamburgo com a afiliação institucional ligada ao Museu de História Natural da Dinamarca. O holótipo, espécime de referência, é SMF PO.91821 presente em Senckenberg Museum (Frankfurt am Main, Alemanha) e desconhecemos quando está previsto o seu retorno a Portugal.
Artigo:
Schwarzhans, W., 2018. A review of Jurassic and Early Cretaceous otoliths and the development of early morphological diversity in otoliths. Neues Jahrbuch für Geologie und Paläontologie-Abhandlungen, 287(1), pp.75-121.http://www.ingentaconnect.com/content/schweiz/njbgeol/2018/00000287/00000001/art00005
terça-feira, janeiro 09, 2018
Paleontólogo João Russo
| João Russo. Foto por O.Mateus |
Palinologia e ovos fósseis empatam no Artigo do Ano 2017 da Paleontologia portuguesa
- Correia, V.F., Riding, J.B., Fernandes, P., Duarte, L.V. and Pereira, Z., 2017. The palynology of the lower and middle Toarcian (Lower Jurassic) in the northern Lusitanian Basin, western Portugal. Review of Palaeobotany and Palynology, 237, pp.75-95.
- Russo, J., Mateus, O., Marzola, M. and Balbino, A. 2017. Two new ootaxa from the late Jurassic: The oldest record of crocodylomorph eggs, from the Lourinhã Formation, Portugal. PLOS ONE 12 (3): e0171919.
Salgado, L., Canudo, J.I., Garrido, A.C., Moreno-Azanza, M., Martínez, L.C., Coria, R.A. and Gasca, J.M., 2017. A new primitive Neornithischian dinosaur from the Jurassic of Patagonia with gut contents. Scientific Reports, 7.
Gowland, S., Taylor, A.M. and Martinius, A.W., Integrated sedimentology and ichnology of Late Jurassic fluvial point bars–facies architecture and colonisation styles (Lourinhã Formation, Lusitanian Basin, western Portugal). Sedimentology.
Gasca, J.M., Moreno-Azanza, M., Bádenas, B., Díaz-Martínez, I., Castanera, D., Canudo, J.I. and Aurell, M., 2017. Integrated overview of the vertebrate fossil record of the Ladruñán anticline (Spain): Evidence of a Barremian alluvial-lacustrine system in NE Iberia frequented by dinosaurs. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 472, pp.192-202.
Mateus, O., Marzola, M., Schulp, A. S., Jacobs, L. L., Polcyn, M. J., Pervov, V., Gonçalves, A. O. and Morais, M. L. 2017. Angolan ichnosite in a diamond mine shows the presence of a large terrestrial mammaliamorph, a crocodylomorph, and sauropod dinosaurs in the Early Cretaceous of Africa. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 471 (Supplement C): 220–232.
Colmenar, J., Pereira, S., Sá, A.A., da Silva, C.M. and Young, T.P., 2017. The highest-latitude Foliomena Fauna (Upper Ordovician, Portugal) and its palaeogeographical and palaeoecological significance. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology, 485, pp.774-783.
Malafaia, E., Escaso, F., Mocho, P., Serrano-Martínez, A., Torices, A., Cachão, M. and Ortega, F. 2017. Analysis of diversity, stratigraphic and geographical distribution of isolated theropod teeth from the Upper Jurassic of the Lusitanian Basin, Portugal. Journal of Iberian Geology 43 (2): 257–291.
Pérez-García, A., Brandão, J.M., Callapez, P.M., Machado, L., Malafaia, E., Ortega, F. and Santos, V.F., 2017. The oldest turtle from Portugal corresponding to the only pre-Kimmeridgian plesiochelyid (basal Eucryptodira) recognized at the generic level. Historical Biology, pp.1-9.
Miguez‐Salas, O., Rodríguez‐Tovar, F.J. and Duarte, L.V., 2017. Selective incidence of the toarcian oceanic anoxic event on macroinvertebrate marine communities: a case from the Lusitanian basin, Portugal. Lethaia.
Else Marie Friis, Mário Miguel Mendes & Kaj Raunsgaard Pedersen, 2017, Paisia, an Early Cretaceous eudicot angiosperm flower with pantoporate pollen from Portugal. Grana, ISSN: 0017-3134 (Print) 1651-2049
Mendes, M.M., Barrón, E., Batten, D.J. and Pais, J., 2017. A new species of the spore genus Costatoperforosporites from Early Cretaceous deposits in Portugal and its taxonomic and palaeoenvironmental significance. Grana, pp.1-9.
Correia, V.F., Riding, J.B., Duarte, L.V., Fernandes, P. and Pereira, Z., 2017. The palynological response to the Toarcian Oceanic Anoxic Event (Early Jurassic) at Peniche, Lusitanian Basin, western Portugal. Marine Micropaleontology, 137, pp.46-63.
Paleontóloga Vânia Correia
A primeira autora de um dos artigo do ano de 2017 é Vânia Correia sendo acompanhada no artigo por James B.Riding, Paulo Fernandes, Luís V. Duarte e Zélia Pereira.
Correia, V.F., Riding, J.B., Fernandes, P., Duarte, L.V. and Pereira, Z., 2017. The palynology of the lower and middle Toarcian (Lower Jurassic) in the northern Lusitanian Basin, western Portugal. Review of Palaeobotany and Palynology, 237, pp.75-95.
Correia, V.F., Riding, J.B., Duarte, L.V., Fernandes, P. and Pereira, Z., 2017. The palynological response to the Toarcian Oceanic Anoxic Event (Early Jurassic) at Peniche, Lusitanian Basin, western Portugal. Marine Micropaleontology, 137, pp.46-63.
Podemos ainda adiantar que a dissertação de doutoramento está prestes a ser entregue para avaliação e desde já felicitamos a Vânia e os restantes autores.
OM20180108
segunda-feira, janeiro 08, 2018
Artigo do Ano da Paleontologia Portuguesa
O blog Lusodinos decidiu eleger, a partir deste ano, os artigos da paleontologia portuguesa que mais se destacaram. O objectivo é seleccionar os artigos de cada ano que se destacam pela sua qualidade, importância, visibilidade, e/ou excelência, sobre um fóssil português ou com autoria de um paleontólogo português ou de uma instituição portuguesa.
Pedimos a oito paleontólogos doutorados, quatro portugueses e outros quatro estrangeiros mas com alguma ligação a Portugal, que indicassem os três artigos que se destacaram em 2017. O resultado foi uma lista de artigos escolhidos por este júri. Destes, o(s) mais votado(s) para o título de artigo do ano 2017 da Paleontologia portuguesa serão anunciado amanhã.
Regulamento "Artigo do Ano da Paleontologia Portuguesa"
- Objectivo: seleccionar os artigos de cada ano sobre um fóssil português ou com autoria de um paleontólogo português ou de uma instituição portuguesa, que se destacam pela sua qualidade, importância, visibilidade, e/ou excelência.
- Cada jurado selecciona os 3 melhores artigos com o critério do ponto 1. Os jurados não podem votar artigos da sua (co)autoria, mas podem votar em artigos de outros membros do júri.
- O júri é composto por: Bruno Pereira, Christophe Hendrickx, Eduardo Puértolas, Emanuel Tschopp, Lígia Castro, Miguel Moreno Azanza, Octávio Mateus e Rogério Rocha
- O resultado são os artigos mais votados, podendo haver empates. O resultado é anunciado no blog Lusodinos.
- Tendencialmente, um dos autores do artigo mais votado de cada ano, será convidado a integrar o júri do ano seguinte.
- Não existe prémio pecuniário.
DinoParque Lourinhã pronto para abrir em Fevereiro
| Modelo de Lourinhanosaurus antunesi no DinoParque Lourinhã. |
Como nasce o projecto de criar um novo museu e parque de dinossauros da Lourinhã?
A vontade de capitalizar a atenção e importância trazida pelos achados de dinossauros, a falta de espaço no Museu da Lourinhã levou às primeiras propostas pela equipa do Museu da Lourinhã em 1997 de um novo museu, na altura com o título “Parque do Saber e do Lazer”. A falta de financiamento dificultou sempre a concretização desse sonho que era partilhado pelo Museu da Lourinhã e pela Câmara Municipal. A ideia e o conceito evoluíram para o Museu do Jurássico, com uma arquitectura arrojada na periferia da Vila da Lourinhã e uma forte vertente museológica e científica de cariz mais público e depois para o Mundo Jurássico, com uma vertente em que misturava o aspecto lúdico e museológico. A falta de financiamento acabou por impedir a concretização.
Em 2011 começam conversações com parceiros alemães que fazem a gestão do DinoPark Münchehagen. Pondera-se uma localização mais periférica e uma participação mais empresarial, com os fósseis originais de dinossauros que continuam como parte integrante do acervo do Museu da Lourinhã. O conceito evolui até ao que é hoje o Parque dos Dinossauros da Lourinhã, inaugurado em Fevereiro de 2018.
terça-feira, janeiro 02, 2018
Revista "Ciências da Terra" renovada
Saiu o novo volume da revista "Ciências da Terra", o número 19, que vem com "cara lavada", novo estilo, nova página de internet e agora com o nome "Ciências da Terra – Earth Sciences Journal", completamente de acesso livre online e gratuito para os leitores e autores.
A revista científica "Ciências da Terra" celebrou 40 anos de existência em 2016. O primeiro número, intitulado Dinossáurios Eocretácicos dos Lagosteiros, foi escrito pelo fundador da revista, Prof. Dr. Miguel Telles Antunes. Durante 40 anos publicou artigos sobretudo nas áreas de Estratigrafia e Paleontologia. Este volume teve o corpo editorial composto por José Carlos Kullberg, Rogério Rocha e João Pais.
Além de obituários, os novos artigos são:
- Stratigraphy, sedimentary patterns, and reservoir characteristics of Jurassic carbonate successions in the Lusitanian Basin. A. C. Azerêdo, L. V. Duarte
- The Lower Jurassic at Peniche (Lusitanian Basin): recent advances in Stratigraphy and Sedimentary Geology. Por L. V. Duarte, E. Mattioli, R. B. Rocha, R. L. Silva
- The Lourinhã Formation: the Upper Jurassic to lower most Cretaceous of the Lusitanian Basin, Portugal – landscapes where dinosaurs walked. Por O. Mateus, J. Dinis, P. P. Cunha
- Stratigraphy and sequence correlations in the Lower Cretaceous around Lisbon. Por J. Rey, P. S. Caetano
- The tectono-stratigraphic evolution of an Atlantic-type basin: an example from the Arrábida sector of the Lusitanian Basin. Por J. C. Kullberg, M. C. Kullberg
Exposição temporária "Ibéria, onde nascem dinossauros"
Terminou esta semana a exposição temporária "Ibéria, onde nascem dinossauros" no Museu da Lourinhã. Esta mostra, que esteve patente deste 24 de Junho de 2017 até final de 2017, focava-se nos ovos e embriões de dinossauros e crocodilomorfos em Portugal e Espanha, destacando a unicidade do registo oológico.
Toda a exposição girava em torno de três conceitos principais, que definem os espaços e o discurso:
Os excepcionais embriões jurássicos de Portugal
A rica diversidade do Cretáceo Inferior da Espanha
As abundantes posturas do Cretácico Superior da Catalunha
A exposição coincidiu com a semana de actividades "Dinossauros saem à rua" e com o simpósio de ovos e bebés de dinossauros em Outubro.
A exposição estava localizada na planta superior do Paleontologia do Museu da Lourinhã.
O curador foi Miguel Moreno-Azanza com a participação científica de Àngel Galobart, Albert Sellés, Bernat Vila, Ester Díaz Berenguer e Octávio Mateus. Textos e museologia de Moreno-Azanza, Alexandre Audigane, Ana Luz, Bruno Pereira e João Muchagata.
Aqui fica uma curta reportagem fotográfica da exposição:
segunda-feira, janeiro 01, 2018
2018 vai ser ano de congressos de paleontologia em Portugal
Ainda não sabemos que descobertas científicas nos esperam para 2018. Nem que novos fósseis e novos conceitos paleontológicos serão revelados em 2018. Mas sabemos desde já que será um ano bem preenchido de congressos paleontológicos em Portugal, com três bons exemplos:
European Association of Vertebrate Paleontology Annual Meeting
Faculdade de Ciências e Tecnologia - Universidade Nova de Lisboa, Portugal. 26 de Junho a 1 de Julho.
II Congresso Internacional “As Aves: evolução, paleontologia, arqueozoologia, artes e ambientes
Biblioteca Nacional, Lisboa, Portugal. 29 de Maio a 1 de Junho
XXXIV Jornadas de Paleontologia da Sociedad Española de Paleontología & V Congresso Ibérico de Paleontologia
Vila Real, 26 a 29 de setembro.
Destacamos ainda:
27th Colloquium of African Geology (27 CAG), Universidade de Aveiro 21 a 28 Julho 2018
X Congresso Nacional de Geologia, Açores, 7 a 16 de Julho de 2018
sábado, dezembro 30, 2017
Arte de rua paleontológica
Cada vez mais há uma influencia da paleontologia na arte, e também na Arte de Rua. Desta vez mostramos exemplos na Caparica a cerca de 2 km a oeste do Campus da FCT da Universidade Nova de Lisboa.
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| Arte de rua, na Caparica, com um Dunkleostes e um Livyatan. |
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| Arte de rua, na Caparica, com um crânio de foca e um crânio de mosassauro. |
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| Dunkleosteus, por Dmitry Bogdanov Livyatan. Fonte: reddit.com Foca, fonte: skullsite.co.uk Mosasaurus hoffmani por Lingham-Soliar 1995. |
Nova espécie de planta no Carbonífero de Portugal
Nova jazida em Ermesinde dá fósseis de uma nova espécie de feto, num artigo assinado por Pedro Correia, Zbynĕk Šimůnek, Artur A. Sá e Deolinda Flores.
Segundo o artigo que saiu no Geological Journal, a Bacia do Douro é uma das bacias sedimentares continentais mais ricas em florestas fósseis de idade carbonífera em Portugal. A nova localidade de Montes da Costa (Ermesinde) fornece um excelente registo fóssil de macroflora bem conservada e muito diversificada sobretudo de fetos, dos quais é descrita a nova espécie Acitheca murphyi do Carbonífero.
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| Reconstituição artística de Acitheca murphyi do Carbonífero de Ermesinde (Correia et al., 2017). |
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| Acitheca murphyi do Carbonífero de Ermesinde (Correia et al., 2017). |
Referência:
Correia P, Šimůnek Z, Sá AA, Flores D. A new Late Pennsylvanian floral assemblage from the Douro Basin, Portugal. Geological Journal. 2017;1–25. https://doi.org/10.1002/gj.3086
terça-feira, dezembro 26, 2017
Há 300 anos nasceu João de Loureiro, o primeiro paleontólogo Português
| Fundo esquerda: uma das plantas recolhidas por João de Loureiro; Direita: Frontispício da obra Flora Cochinchinensis. Topo esquerda: Antigo Colégio de Sto. Antão onde João de Loureiro estudou. |
João de Loureiro tem numerosas espécies "loureiroi" dedicadas a ele, principalmente plantas, mas também um dinossauro, Draconyx loureiroi, porque também foi o primeiro paleontólogo português ao escrever um artigo sobre caranguejos fósseis no artigo "Memoria sobre huma espécie de petrificaçaõ animal" publicado na Academia de Ciências de Lisboa em 1799.
| Caranguejos fósseis estudados por João de Loureiro na obra de 1799 (Memoria sobre huma espécie de petrificaçaõ animal). |
Os caranguejos fósseis, provavelmente o mesmo que Loureiro se recuperou da Ásia foram encontrados mais tarde na Academia de Ciências de Lisboa (Antunes, 1986; 2000).
| Viagem de João de Loureiro entre 1735 e 1782. |
quarta-feira, dezembro 20, 2017
quarta-feira, dezembro 06, 2017
Pegadas da Gronelândia mostram os mais antigos vestígios de saurópodes
Dois trilhos podem ser identificados como do icnogénero Eosauropus, enquanto um terceiro pode ser de Evazoum, ambos considerados como representando trilhos de dinossauros sauropodomorfos. Tanto os trilhos de Evazoum como as de Eosauropus são claramente maiores do que era previamente conhecido.
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| Trilho de saurópodes do Triásico da Gronelândia (Lallensack et al, 2017) |
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| Trilho de saurópodes do Triásico da Gronelândia (Lallensack et al, 2017) |


















