Pela primeira vez em Portugal irá haver um mestrado em Paleontologia. Inscreve-te!
Foi registado na DGES o novo Mestrado em Paleontologia para funcionar, a partir do ano lectivo 2012/13, em associação entre a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e a Universidade de Évora.
http://www.dct.fct.unl.pt/noticias/2012/06/mestrado-em-paleontologia
domingo, julho 01, 2012
Novo Mestrado em Paleontologia
terça-feira, fevereiro 28, 2012
Palestra sobre dinossauros no ISPA
Convidam-se todos os interessados para a palestra "Dinossauros de Portugal: os ossos (e ovos) do ofício" próximo dia 9 de Março, no Instituto Universitário do ISPA, em Lisboa, pelas 12:30.
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Duas Bolsas de Investigação em Paleontologia, para licenciados
Duas Bolsas de Investigação em Paleontologia: Projecto DINOEGGS - Ovos e embriões de dinossauros de Portugal
1. Área Científica: Ciências da Vida; Ciências da Terra
- 1. (BI) Bolsa de Investigação (Lic.) B1: Estratigrafia, análise de isótopos, preparação laboratorial de fósseis, trabalho de campo de prospecção e recolha de fósseis, preparação de lâminas e análise de histologia de cascas de ovos.
- 1. (BI) Bolsa de Investigação (Lic.) B2: Análise de dados de tomografia e imagiologia, preparação laboratorial de fósseis, trabalho de campo de prospecção e recolha de fósseis, preparação de lâminas e análise de histologia de cascas de ovos
terça-feira, dezembro 27, 2011
O saurópode Supersaurus é o familiar mais próximo de Dinheirosaurus
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| Vértebras do saurópode Dinheirosaurus lourinhanensis Bonaparte & Mateus 1999, expostas no Museu da Lourinhã |
Resumo em Inglês:
Although diplodocoid sauropods from Africa and the Americas are well known, their European record remains largely neglected. Here we redescribe Dinheirosaurus lourinhanensis from the Late Jurassic of Portugal. The holotype comprises two posterior cervical vertebrae, the dorsal series and a caudal centrum. Redescription demonstrates its validity on the basis of three autapomorphies: (1) posteriorly restricted ventral keel on posterior cervical vertebrae; (2) three small subcircular fossae posterior to the lateral coel on posterior cervical neural spines; (3) accessory lamina linking the hyposphene with base of the posterior centrodiapophyseal lamina in middle-posterior dorsal vertebrae. Phylogenetic analysis places Dinheirosaurus as the sister taxon to Supersaurus, and this clade forms the sister taxon to other diplodocines. However, this position should be treated with caution as Dinheirosaurus displays several plesiomorphic features absent in other diplodocids (including unbifurcated presacral neural spines, and dorsolaterally projecting diapophyses on dorsal vertebrae) and only four additional steps are required to place Dinheirosaurus outside of Flagellicaudata. We identify Amazonsaurus as the basal-most rebbachisaurid and recover Zapalasaurus outside of the South American Limaysaurinae, suggesting the biogeographic history of rebbachisaurids is more complex than previously proposed. Review of the European diplodocoid record reveals evidence for the earliest known diplodocid, as well as additional diplodocid remains from the Late Jurassic of Spain. A Portuguese specimen, previously referred to Dinheirosaurus, displays strong similarities to Apatosaurus from the contemporaneous Morrison Formation of North America, indicating the presence of a second Late Jurassic Portuguese diplodocid taxon. Along with Dinheirosaurus, these Portuguese remains provide further evidence for a Late Jurassic palaeobiogeographic connection between Europe and North America. No dicraeosaurids are currently known from Europe, but rebbachisaurids are present in the Early Cretaceous, with weak evidence for the earliest known representative from the Late Jurassic of Spain; however, more complete material is required to recognize early members of this clade.
Referências:
- Mannion, P.D., Upchurch, P., Mateus, O., Barnes, R.N. & Jones, M.E.H. 2011. New information on the anatomy and systematic position of Dinheirosaurus lourinhanensis (Sauropoda: Diplodocoidea) from the Late Jurassic of Portugal, with a review of European diplodocoids, Journal of Systematic Palaeontology, DOI:10.1080/14772019.2011.595432 PDF
- Bonaparte, J.F. and Mateus, O. (1999). A new diplodocid, Dinheirosaurus lourinhanensis gen. et sp. nov., from the Late Jurassic beds of Portugal. Revista del Museo Argentino de Ciencias Naturales. 5(2): 13-29. PDF
Trilobites de Portugal
Portugal tem um registo formidável de trilobites. Com alguma surpresa encontrei à venda, em Munique, Alemanha, uma revista francesa com um número especial inteiramente dedicado às trilobites do Ordovícico de Portugal.
Fossiles, 2010, hors-série 1
Trilobites de l’Ordovicien du Portugal
escrito por Pierre-Marie Guy
Comunicações jurássicas no Encontro Nacional de Biologia Evolutiva
O VII Encontro Nacional de Biologia Evolutiva decorreu em Coimbra no passado dia 21 de Dezembro. Decorreram três comunicações paleontológicas:
sábado, dezembro 03, 2011
National Geographic premeia o Projecto PalNiassa!!! (por Ricardo Araújo)
A National Geographic Society's Committee for Research and Exploration premiou-nos com a Young Explorers grant em suporte do nosso projecto "Projecto PalNiassa: mammal ancestors from an unexplored basin from the end-Permian Mass Extinction event".
The National Geographic Society's Committee for Research and Exploration has awarded us a Young Explorers grant in support of your proposed project "Projecto PalNiassa: mammal ancestors from an unexplored basin from the end-Permian Mass Extinction event".
sexta-feira, outubro 28, 2011
A filosofia da Aventura, by Ricardo Araújo

Convido os leitores deste blog a lerem aquilo que julgo serem as ideias fundamentais que estão por detrás de uma aventura… Vejam aqui.
quarta-feira, outubro 12, 2011
Luís de Camões e o dinossauro Angolatitan adamastor
O dinossauro saurópode descoberto em Angola em 2005, foi este ano batizado Angolatitan adamastor. O nome de género significa "Titã de Angola" por se tratar de um animal de grande porte (cerca de 13 metros). O nome "adamastor" é uma alusão a mitologia portuguesa durante as navegações quinhentistas na costa africana (ou "Descobrimentos" numa perspectiva europeia), em que se acreditava existir um monstro antropomórfico que afundava os navios e caravelas portuguesas.
O poeta Luís Vaz de Camões (1524?-1580) escreve magistralmente no seus Lusíadas:
Chamei-me Adamastor [...]
Converte-se-me a carne em terra dura,
Em penedos os ossos se fizeram,
Estes membros que vês e esta figura
Por estas longas águas se estenderam;
Enfim, minha grandíssima estatura
Neste remoto cabo converteram
Me anda Thetis cercando destas águas.
Lusíadas, estrofe 59.
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| Luís (ou Luiz) Vaz de Camões, poeta e herói português ( (?1524-1580) |
Em penedos os ossos se fizeram, => Ossos fossilizados /petrificados
Estes membros que vês e esta figura => Descobrimos apenas um membro anterior
Por estas longas águas se estenderam; => O esqueleto foi arrastado pelas águas até ao mar
Enfim, minha grandíssima estatura => corpo estimado em 13 metros
Neste remoto cabo converteram => Descoberto na costa africana
Me anda Thetis cercando destas águas. => Thetis é o nome de um antigo oceano (que banhava a Pangea)
Esta estrofe foi incluída no manuscrito original do artigo que descreve o Angolatitan adamastor (Mateus et al., 2011), mas a revista Anais da Academia Brasileira de Ciências não aceitou a sua inclusão e o artigo foi publicado sem ela.
Mateus, O., Jacobs, LL., Schulp, AS., Polcyn, MJ., Tavares, TS., Neto, AB., Morais, ML., Antunes, MT. (2011). Angolatitan adamastor, a new sauropod dinosaur and the first record from Angola. Anais da Acad. Brasileira de Ciências. 83(1): 1-13
sexta-feira, outubro 07, 2011
Artigo na Newsletter da Fundação Calouste Gulbenkian sobre o Projecto PalNiassa, by Ricardo Araújo e Rui Castanhinha


Saíu um artigo de divulgação sobre o Porjecto PalNiassa no número 127 da Newsletter da Fundação Calouste Gulbenkian. Dêem uma espreitadela...
terça-feira, setembro 27, 2011
Museu da Lourinhã atinge recorde de visitantes em Agosto
O Museu da Lourinhã tenta ser muito rigoroso com a sua estatística de visitantes, amiúde inflacionadas artificialmente noutros museus. O Alvorada On-Line * Jornal Lourinhã dá-nos a notícia de que o mês de Agosto foi um recorde de visitas:.
Museu da Lourinhã atingiu recorde de visitantes em Agosto 5.009 foi o número de visitantes que passaram pelo Museu da Lourinhã durante o mês de Agosto. Várias iniciativas de divulgação e da actividade científica que ali se realiza terão contribuído para que a afluência tivesse, pela primeira vez, ultrapassado os cinco milhares de visitantes num só mês. Aos turistas que nesta época do ano acorrem ao litoral oeste, ter-se-ão somado aqueles que aqui se deslocaram para visitar a exposição temporária “Fósseis de África”, dedicada à divulgação dos achados recolhidos em expedições científicas a Angola e a Moçambique, enquanto estão a ser preparados no Laboratório de Paleontologia do Museu, antes de serem devolvidos aos respectivos países. Como os dias menos ensolarados “recomendam a vista ao museu”, não será menos certo que a realização de várias exposições externas tenha aumentado a visibilidade e a atractividade do Museu da Lourinhã: três exposições temporárias durante Julho e Agosto (na Lourinhã, em Torres Vedras e na Praia da Areia Branca), com obras participantes nas várias edições do Concurso Internacional de Ilustração de Dinossauros e duas importantes “temporárias” sobre paleontologia, uma na Academia das Ciências de Lisboa, em Fevereiro, e outra na Universidade de Évora, em Março/Abril, as quais receberam, conjuntamente, mais de 6800 visitantes, ao longo de seis semanas. A já célebre “Rotunda dos Dinossauros” terá também ajudado, pois no ano de 2009, quando aquela estrutura assinalou o 25º Aniversário do Museu, pouco faltou para que o total anual alcançasse os vinte e cinco milhares. |
domingo, setembro 25, 2011
Mastigação nos plesiossauros, by Ricardo Araújo

Apresentei em conjunto com o meu colega Mike Polcyn um poster em Junho passado na "Sixth Triennial Conference on Secondary Adaptation of Tetrapods to Life in Water". Este estudo teve por base a aplicaçhttp://www.blogger.com/img/blank.gifão de técnicas de engenharia (a minha e a formação de base do Mike) à paleontologia. Este tipo de análise é amplamente aplicado na construção de aviões, na criação de modelos electrónicos, ou até na modelação de transferência de calor, chama-se: Análise de Elementos Finitos. Agora, este tipo de técnica foi aplicada a um crânio de um plesiossauro permitindo determinar a distribuição do stress (forças a uma escala muito pequena) enquanto este animal comia. Os resultados já foram entretanto submetidos a uma revista da especialidade e em breve haverá mais notícias...
Texto de: Ricardo Araújo
quinta-feira, setembro 22, 2011
Espectacular impressão de pele de dinossauro com 150 milhões de anos
Por vezes, as pegadas podem apresentar a impressão da pele. Em condições extraordinárias, fossilizações extraordinárias!
No novo artigo agora publicado (Mateus et al., 2011) mostra-se a existência de pegadas com pele do Jurássico Superior de Portugal.
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| Pele de dinossauro estegossauro impressa em pegada do Jurássico Superior da Lourinhã |
Crânio Sinapsídeo Moçambique - Projecto PalNiassa, by Rui Castanhinha, Rui Martins e Ricardo Araújo
http://www.blogger.com/img/blank.gifhttp://www.blogger.com/img/blank.gif
Mais informação no nosso site.
Texto de: Ricardo Araújo.
sábado, setembro 17, 2011
As plantas e o clima do Jurássico Superior de Portugal
A flora do Jurássico Superior era obviamente diferente da actual. Constituída essencialmente por coníferas, cicas e fetos. O Prof. João Pais (1998), da Universidade Nova de Lisboa, dá-nos a lista das plantas conhecidas a partir de macro-restos:
CONIFEROPHYTA
Sphenolepis choffati, Pagiophyllum lusitanicum, Pagiophyllum sp., Elatides falcifolia, Cupressinocladus micromerum, Brachyphyllum lusitanicum
GINKGOPHYTA
Baiera viannae
CYCADOPHYTA
Ptilophyllum cf. Acutifolium, Pterophyllum mondeguensis, Pterophyllum sp., Otozamites mundae, Otozamites sp.
PTERIDOSPERMOPHYTA
Scleropteris sinuata
PTERIDOPHYTA
Scleropteris sinuata, Adiatum sp., Todites falciformis, Laccopteris sp., Coniopteris cf. murrayana, Pecopteris browniana, Sphenopteris sinuata, Sphenopteris minuta, Equisetites lusitanicum
HEPATOPHYTA
Marchantites archantiaeformis
As principais áreas são o Cabo Mondego, Guimarota e Lourinhã.
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| Tronco de árvore fóssil no Jurássico superior da Lourinhã (cerca de 149 milhoes de anos) |
O clima era sub-tropical, árido com grandes chuvadas, ou seja, com monções sazonais que, segundo Martinius e Gowland, 2010, eram no verão.
Referências:
Pais, J. 1998. Jurassic plant macroremains from Portugal. Memórias da Academia de Ciências de Lisboa. 37: 25-47
Martinius, AW. & Gowland, S., 2010 Tide-influenced fluvial bedforms and tidal bore deposits (Late Jurassic Lourinha Formation, Lusitanian Basin, Western Portugal). Sedimentology (2010)
segunda-feira, setembro 05, 2011
Filme Discovery sobre dinossauros de Portugal
domingo, setembro 04, 2011
Documentário Discovery sobre dinossauros de Portugal passa hoje nos EUA
O filme "Dinosaur Revolution" que aborda os dinossauros de Portugal e em parte filmado na Lourinhã passa hoje (Domingo, dia 4 de Setembro) no Discovery Channel nos Estados Unidos e Canadá pelas 21 e 22h.
Ainda não sabemos quando passará no Discovery Channel Portugal.
Algumas das "estrelas" deste documentário são o Lusotitan atalaiensis, Dinheirosaurus lourinhanensis, Allosaurus, Torvosaurus e Miragaia longicollum.
Dos quatro episódios, um dedicado a Portugal, sendo os restantes dirigidos a problemáticas paleontológicas.
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| O dinossauro português Dinheirosaurus lourinhanensis no filme "Dinosaur Revolution" da Discovery. |
Site oficial do filme: http://dsc.discovery.com/tv/dinosaur-revolution/
segunda-feira, agosto 22, 2011
Saída de Campo: Aves & Dinossauros
| Evento: Aves & Dinossauros |
Visita ao Cabo Carvoeiro, Lagoa de Óbidos e Lourinhã (Programa Aves & Dinossauros), com a Birds & NatureData: 17 de Setembro de 2011
O Programa Aves & Dinossauros foi concebido pela Birds & Nature em parceria com o Museu da Lourinhã e conjuga, ao longo de um dia, a actividade de observação de aves (na zona do Cabo Carvoeiro e na Lagoa de Óbidos), com a observação de registos fósseis de dinossauros em arribas e falésias do concelho da Lourinhã, bem como uma visita ao Museu desta cidade.
O Museu da Lourinhã é a principal realização do GEAL (Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã), uma associação sem fins lucrativos, cujos objectivos incluem três áreas temáticas principais: a Etnografia, a Arqueologia e a Paleontologia.
Em Portugal, o pavilhão da Paleontologia constitui o local com maior número de dinossauros expostos, incluíndo também vários registos fósseis únicos. O Museu possui o único laboratório de preparação de fósseis que, em Portugal, se dedica a tempo inteiro a essa tarefa e que pode ser visto em laboração. A visita de campo para observação de registos fósseis, decorrerá no concelho da Lourinhã, em locais privilegiados para a compreensão e aquisição de conhecimentos sobre a história da Terra. Visitaremos arribas e falésias junto ao mar, em terrenos de enorme importância paleontológica, pelas jazidas de dinossauros do Jurássico Superior. A visita ao museu e a visita de campo para observação de registos fósseis será guiada pelo Doutor Octávio Mateus, da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã, paleontólogo com um extenso trabalho de investigação nesta área, tendo publicado numerosos artigos científicos em revistas nacionais e estrangeiras e que já descreveu várias novas espécies de dinossauros para a ciência. Relativamente à observação de aves, visitaremos o Cabo Carvoeiro/Peniche e a Lagoa de Óbidos. Quanto ao primeiro, trata-se de um excelente local para a observação de diversas espécies de aves marinhas e esta altura do ano é especialmente interessante. É possível observar várias espécies, como são exemplos: a Negrola, a Cagarra, a Pardela-de-barrete, a Pardela-preta, o Fura-bucho do Atlântico, o Fura-bucho das Baleares, a Alma-de-mestre, o Alcatraz, o Corvo-marinho, a Galheta, o Moleiro do Árctico, o Moleiro-pequeno, o Alcaide, o Garajau, a Gaivina e a Gaivina do Árctico. Para além das aves marinhas, é expectável observar algumas outras espécies raras e locais, como é exemplo o Falcão-peregrino. Na Lagoa de Óbidos, esperamos observar diversas espécies de aves de vários grupos, como são exemplos as limícolas, os patos, as gaivotas, as andorinhas-do-mar e os passeriformes; nesta altura do ano, a lagoa é um óptimo local para observar aves em migração, incluindo espécies emblemáticas como a Águia-pesqueira.
Programa09,00 h – Encontro no Museu da Lourinhã
09,10 h – Visita ao Museu 10,30 h – Saída para o campo, para observação de registos fósseis nas Arribas da Lourinhã 13,30 h – Regresso à Lourinhã, para almoço 13,45 h – Almoço (em restaurante ainda a definir) 15,15 h – Saída para Peniche / Cabo Carvoeiro 15,30 h – Observação de aves marinhas no Cabo Carvoeiro 16,30 h – Saída para a Lagoa de Óbidos 17,00 h – Observação de aves na Lagoa de Óbidos 19,00 h – Final da actividade Preço45 euros por pessoa. O preço inclui: acompanhamento permanente de guia da Birds & Nature, visita guiada por um especialista em paleontologia às arribas e falésias, bem como ao Museu da Lourinhã, custo de entrada no Museu, utilização de material óptico de qualidade (binóculos e telescópios), seguro de acidentes pessoais e IVA. Não inclui: almoço, transporte para os locais de observação e outras despesas de carácter pessoal.
NotasNos passeios organizados pela Birds & Nature, tentamos proporcionar não só excelentes momentos de birdwatching, mas também oportunidades fotográficas únicas.
O programa realiza-se com um mínimo de 8 participantes; o número máximo de inscrições aceites é de 24.
A Birds & Nature Tours é uma empresa de animação turística licenciada para esta actividade, com o RNAAT nº 25/2008 do Turismo de Portugal, I.P.
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Informação e foto:
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Novo Link: www.palniassa.org
Para aceder ao site do PalNiassa agora é mais fácil: www.palniassa.org
Ricardo Araújohttp://www.blogger.com/img/blank.gif
sexta-feira, agosto 19, 2011
PaleoAngola, Passo a Passo
Mateus, S., Mateus, O. & Lima, K. 2011. PaleoAngola, Passo a Passo. Ed. LS Filmes., ISBN: 978-989-20-2262-8.






