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domingo, maio 10, 2009

Curso de verão de paleontologia em La Rioja (Espanha



Informação sobre curso de verão de paleontologia em La Rioja (Espanha):

Huellas de dinosaurios en los cursos de verano de la Universidad de la Rioja


En julio y agosto de 2009 tendrán lugar los cursos de verano de la Universidad de la Rioja. Bajo el nombre Huellas de Dinosaurio se celebrarán campos de trabajo, cursos y conferencias relacionadas con los yacimientos de huellas de dinosaurio y su conservación y restauración.

Los campos de trabajo se celebrarán en Igea, Enciso y Hornillos de Cameros (La Rioja) y Tabant (Marruecos), en julio y la primera quincena de agosto, mientras que el 30 de julio tendrá lugar en Enciso un ciclo de conferencias a cargo de un grupo de expertos.

Más información en:

http://fundacion.unirioja.es/cursosdeverano/campos_trabajo.shtml
http://www.icog.es/_portal/noticias/noticias.asp?bid=1101&ini=1

terça-feira, dezembro 23, 2008

Digitalização de pegadas

Adriano Miranda
A equipa espera aumentar o conhecimento em vários aspectos sobre os dinossauros graças a esta técnica




Equipa espanhola e Museu Nacional de História Natural digitalizam pegadas de dinossauros
09.12.2008 - 16h04 Ana Machado
A partir de amanhã as pegadas de dinossauros da Pedra da Mua (Cabo Espichel), da Pedreira do Galinha (na Serra de Aire) e de Vale de Meios, terão uma nova vida...digital. Uma equipa de paleontólogos do Instituto Catalão de Paleontologia e da Universidade de Manchester, em colaboração com o Museu Nacional de História Natural vai começar a digitalização das pegadas com o objectivo de conseguir imagens tridimensionais daqueles monumentos paleontológicos.

Chama-se LIDAR - Laser Imaging Detection and Ranging- a esta tecnologia que permitirá o estudo mais aprofundado dos aspectos da locomoção, do comportamento social e dos hábitos dos dinossauros que por ali viveram entre o Jurássico Médio até ao Cretácico Superior, há 145 a 60 milhões de anos.

De acordo com um comunicado do Museu Nacional de História Natural, trata-se de uma tecnologia habitualmente usada na prospecção petrolífera que permite o registo da pegada através de um varrimento laser e a sua captação num aparelho receptor. “Os dados obtidos serão coordenados com os provenientes de uma câmara e de um GPS e o material destas três proveniências será depois enviado para um computador portátil e, posteriormente, um programa permitirá produzir um modelo virtual 3D muito pormenorizado”, diz o mesmo comunicado.

Para além do estudo ao pormenor das pistas, que esta técnica permite, os especialistas envolvidos, que usaram pela primeira vez este tipo de digitalização nas pistas de dinossáurios na localidade de Fumanya, a norte de Barcelona, afirmam que as imagens serão um recurso igualmente importante para a investigação e divulgação científica do património paleontológico português, para a educação ambiental e turismo da natureza.



Nossos comentários
O Museu da Lourinhã e a empresa portuguesa B'Lizzard realizaram há alguns anos a mesma técnica em pegadas de dinossauros em Olhos de Água, em Óbidos. A jazida foi toda digitalizada com um scanner laser Minolta para preservar a informação daquela jazida em risco de erosão permanente.



quinta-feira, dezembro 18, 2008

Pegadas da Lourinhã sugerem maior flexibilidade de dinossauros saurópodes

O estudo hoje apresentado por mim e pelo colega Jesper Milàn da Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, sugere, a partir de pegadas de dinossauros saurópodes da Lourinhã, que estes dinossauros tinham maior flexibilidade dos membros anteriores (braços) do que se pensava.

Os resultados são apresentados no congresso 52th Paleontological Association Annual Meeting que decorre de 18 a 21 de Dezembro de 2008 em Glasgow, Escócia.


Título: Sauropod forelimb flexibility deduced from deep manus tracks
Resumo em inglês:
  Sauropods are often considered to have very limited mobility and reduced limb flexibility, mainly due to their giant size and consequent weight. 
        In Lourinhã Formation, in central west Portugal, deep vertical natural cast of manus tracks are often preserved as the infills of the original track (see an example in Milàn et al., 2005). This manus tracks are vertical walled, with marks of the striations of the skin scales, showing that the movement of the sauropod manus into the mud is totally vertical with no horizontal component of the stride movement. Some track are up to 66 cm deep, which is equivalent to the height of whole manus, and means that sauropods could lift the anterior feet in a complete vertical manner. Such movement is only possible if there is a mobility at elbow and shoulder articulations in a higher degree that previously thought for sauropods. Our vision of sauropod limbs as inflexible columns has to be updated to more dynamic limbs and body.


sexta-feira, setembro 12, 2008

Dinossauros nos balcãs

As sempre-curtas férias de verão deste ano foram passadas nos Balcãs, onde percorri a Croácia, Eslovénia, um bocadinho da Itália, Bósnia e Herzegovina e Montenegro. Toda a região é belíssima e vale a pena ser visitada. Como não poderia deixar de ser aproveitei para visitar os locais paleontológicos e museus com paleontologia que estavam a caminho, pelo que este post é dedicado à paleontologia dos Balcãs.


Pegadas no Parque de Campismo de Solaris, em Istria, Croácia.

No que concerne dinossauros a região [mapa], não é especialmente produtiva mas há óptimas excepções, nomeadamente a costa ocidental da península de Istria, na Croácia, sobretudo rica em pegadas.

 

Pegadas

Uma pequena área mas com trilhos bem visíveis encontra-se nos terrenos doParque de Campismo Naturista de Solaris (UTM 33 389 200 E; 5 015 800 N; 25 mASL), perto de Porec. Tem, pelo menos, dois trilhos de saurópodes e umas quantas pegadas de terópodes. A parte divertida desta jazida é que está numparque de campismo de naturismo/nudismo; portanto, ao visitar as pegadas deparamo-nos com simpáticos transeuntes totalmente desnudos.

 

O pequeno, quase minúsculo, ilhéu de Fenoliga é um dos que tem pegadas de dinossauros carnívoros e saurópodes. Vários trilhos cruzam-se. A poucos quilómetros, em Grakalovac, podemos ver umas quantas pegadas tridáctilas de dinossauros bípedes, possivelmente de terópodes. Há ainda pegadas no Cabo de Pogledalo, Ploce, Kamnik, Costa de Karigator, perto de do campismo de Ladin Gaj entre Novgrad e Umag, e na Lovrecica, a norte de Karigator

Pegada em Grakalovac, Istria, Croácia.





Vistas a Museus

O Museu de História Natural de Zagreb (Croácia) está em remodelação, mas ainda assim o visitante pode ver alguns vertebrados fósseis, nomeadamente o holótipo da tartaruga Tryonyx stadleri var.croatica, sirénios, cetáceous (entro os quais uma espécie dePhyseter) e alguns modelos de seláceos em particular o famoso tubarão gigante Carcharocles megalodon, que infelizmente estava mal construído porque tinha todos os dentes ao contrário, ou seja com a face lingual virada para fora.

O Museu de História Natural da Eslovénia, em Liubliana, é mais rico do e composto do que o croata. Nele podemos ver esqueletos de urso-das-cavernasUrsus spelaeus, leão-das-cavernas Felis spelaea, carapaça de tartaruga Testudosp., e um fabuloso esqueleto plistocénico de mamute Mammuthus primigenius de Nevlje, perto de Kamink. A exposição de osteologia e do anfíbio trogloditaProteus também valem a pena serem vistas. Os únicos vestígios de dinossauros em exposição eram dois fragmentos de ossos etiquetados como de dinossauro, possivelmente anquilossauro do Cretácico Superior de Stranice e uma pegada tridáctila de dinossauro do Cretácico de Fenoliga (Croácia).

 

Sugestão de bibliografia:

Dalla Vecchia, F.M., Tarlao A. & Tunis G. (1993) Theropod (Reptilia, Dinosauria) footprints in the Albian (Lower Cretaceous) of the Quieto/Mirna river mouth (NW Istria, Croatia) and dinosaur population of the Istrian region during the Cretaceous. Mem. Sci. Geol. Padova, 45:139-148, Padua.

Dalla Vecchia, F.M. (1994) , I dinosauri dell' Istria. In: Ligabue G. (Ed.), Il tempo dei Dinosauri, Quaderni de "Le Scienze", 76:82-86, Milan.

Dalla Vecchia, F. M., Tunis, G., Venturini, S., and Tarlao, A. (2001) Dinosaur track sites in the Upper Cenomanian (Late Cretaceous) of Istria Peninsula (Croatia): Bollettino della Societa Paleontologica Italiana, v. 40, n. 1, p. 25-53.

Dalla Vecchia, F. M. (2001) A vertebra of a large sauropod dinosaur from the Lower Cretaceous of Istria (Croatia): Natura Nascosta, n. 22, p. 14-33.

Dalla Vecchia, F. M. (2001) An odd dinosaur bone from the Lower Cretaceous of Istria (Croatia): Natura Nascosta, n. 22, p. 34-35.

Mezga et al (2006), The first record of dinosaurs in the Dalmatian part (Croatia) of the Adriatic-Dinaric carbonate. Cretaceous Research, 2006

Mamute no Museu de História Natural da Eslovénia, em Liubliana.


 

quinta-feira, agosto 28, 2008

Pegadas na Praia dos Olhos de Água

Deixo uma sugestão de Verão: a jazida de pegadas, na praia de Olhos de Água,
a sul da Praia do Cortiço, no concelho de Óbidos é sempre uma boa visita,
aproveitando os últimos dias de Agosto, numa das mais bonitas praias da
região. Veja a localização no Google Maps aqui.




Foi descoberta inicialmente pelo Sr. António Miranda e publicada em 2003 por
mim e Prof. Miguel Telles Antunes. A referência é:

Mateus, O. & Antunes, M.T. (2003). A new dinosaur tracksite in the Lower
Cretaceous of Portugal. Ciências da Terra (UNL), 15: 253-262. (em PDF)

O resumo da publicação de 2003:

É descrita uma nova jazida de pistas de dinossauros no Cretácico inferior (Aptiano-Albiano) na praia de Olhos de Água, a primeira ocorrência de fósseis de vertebrados na Unidade estratigráfica em causa. Foram observadas 128 pegadas e 17 pistas numa superfície de ca. de 80 m2, permitindo reconhecer três morfotipos de pegadas tridáctilas: - Tipo 1 ("Iguanodontipus") – pistas D, F, K, J e P; - Tipo 2 (Terópode de grande porte), pegadas típicas de terópode, semelhantes a Grallator, i.e. pistas A, B, H e O; Tipo 3 (Terópode de porte médio), representadas só na pista M.
Além destas há algumas pistas mal conservadas, não identificadas. A pista B, de terópode, é sinuosa e foi produzida por um animal que coxeava. Outro caso interessante é o da pista M, dirigida de início para Este mas que muda drasticamente de direcção, para Oeste, ao mesmo tempo que o movimento se acelerou; o dinossauro decidiu virar-se e correr em sentido oposto.
Esta jazida evidencia pistas segundo três direcções principais: para Sul, para Este e para Oeste. Com a excepção da pista O, os grandes terópodes dirigiam-se para Sul (pistas A, B, G e H).
Perpendicularmente a estas, há pistas de ornitópodes, pequenos terópodes e dinossauros não identificados dirigidas para Este (5) e para Oeste (7). A repartição segregada em grupos de pistas e de direcções (com pistas de grandes terópodes dirigidas para Sul e de outros dinossauros para Oeste ou para Este pode significar que grandes terópodes vigiavam áreas de acesso a um recurso importante, muito provavelmente água, frequentemente procurada por ornitópodes e terópodes de menor porte. Não há indícios de comportamento social ou de gregarismo; a sobreposição de
pegadas mostra que os grandes terópodes que se dirigiam para Sul passaram em várias ocasiões. Foi possível caracterizar três sequências de pistas por ordem cronológica.

domingo, junho 15, 2008

Lenda da N. Sra. da Pedra da Mua

Reza a lenda que dois peregrinos viram Nossa Senhora a subir as arribas do Cabo Espichel montada numa mula gigante que deixou as suas pegadas bem marcadas na laje do Jurássico superior. Nesse local, construíram um enorme complexo religioso, o que inclui um convento, uma igreja e a pequena Ermida da Memória onde se encontra painéis de azulejos que relatam a lenda. Entre eles está o seguinte, onde se vê as pegadas.


Acontece que essas pegadas são de dinossauros saurópodes (ainda se podem ver actualmente no Cabo Espichel) e esta imagem acaba por ser uma das mais antigas ilustrações de pegadas de dinossauros que se conhecem.

Imagem publicada em: ANTUNES, M.T. & MATEUS, O. (2003). Dinosaurs of Portugal. C. R. Palevol, 2: 77-95.PDF

Veja também o blog Folklore De Los Fósiles Ibéricos em http://folklore-fosiles-ibericos.blogspot.com/ sobre outros temas de folclore paleontológico.

Talvez esta seja uma representação mais acertada?Fotografia por Karol Sabath.

domingo, setembro 04, 2005

Novas pegadas de dinossauros

Recolha de algumas pegadas na Praia de Porto Dinheiro


Foram descobertas cerca de 25 novas pegadas de dinossauros nas arribas da Lourinhã, onze das quais foram recolhidas para o Museu. Estas pegadas são, na verdade, os moldes naturais da pegada o que permite, 150 milhões de anos depois, estudar o movimento da passada. Foram identificadas pegadas de estegossauros, anquilossauros, saurópodes e terópodes, ou seja, representantes dos grandes grupos de dinossauros que existiram no Jurássico, o que deixa entusiasmados os paleontólogos Octávio Mateus, do Museu da Lourinhã e Universidade Nova de Lisboa, e o dinamarquês Jesper Milàn, do Instituto Geológico de Copenhaga, que estiveram à procura de pegadas. São as primeiras pegadas de dinossauros estegossauros e anquilossauros que se encontram em Portugal. Pegadas destes animais são raras a nível mundial.

Uma das jazidas, na Praia de Porto Dinheiro, revelou uma variedade de pegadas bem conservadas. Inclui três pegadas de dinossauros carnívoros com 35 cm de comprimento, uma pegada bem conservada de pé de dinossauro estegossauro, a primeira que se descobre em Portugal deste tipo de dinossauro. Foram também recolhidas enormes pegadas, com 1 metro, de dinossauro saurópode e que ainda conservam impressões da pele. Estas pegadas mostram que as escamas dos dinossauros saurópodes tinham um padrão hexagonal e é talvez a melhor impressão de pele das patas dos saurópodes que se conhece. Uma das descobertas mais interessantes refere-se a uma pegada de um dinossauro carnívoro de proporções gigantescas. A pegada de quase 80 cm indica que se tratava de um animal com três metros e meio até a altura da anca. Este é o indício do maior dinossauro carnívoro do Jurássico, e são quase do tamanho das pegadas do famoso Tyrannosaurus rex do fim do Cretácico.

A geologia da Lourinhã tem características excepcionais, sendo um dos poucos locais onde se recolhem restos esqueléticos e pegadas na mesma área. Esta particularidade permite aos paleontólogos estabelecer a relação entre as pegadas e os dinossauros que as produziram.

Todas estes achados datam do Jurássico superior, cerca de 150 milhões de anos, e foram coordenados pelo paleontólogo do Museu da Lourinhã e Universidade Nova de Lisboa, Octávio Mateus, e tiveram o apoio da Câmara Municipal da Lourinhã e de Valinhas Seguros.

quarta-feira, novembro 17, 2004

Locais para ver dinossauros em Portugal

Museu da Lourinhã
Rua João Luís de Moura, 2530-157 Lourinhã
Tel.: 261 414 003
Email: geral@museulourinha.org
www.museulourinha.org
O Museu da Lourinhã realiza visitas guiadas ao campo, com marcação prévia.

Monumento de Pegadas da Serra de Aire, “Pedreira do Galinha”
Bairro, 2490 Ourém
Tel.: 249 521 162
http://www.geocities.com/pnsac/pg00.htm
N 39° 34.234 W 008° 35.482
UTM: 29S E 535098 N 4380175

Museu Geológico
Rua da Academia das Ciências, Lisboa
museugeol.igm@mail.telepac.pt
213 463 915

Museu de História Natural da Universidade de Lisboa
Rua da Academia das Ciências, Lisboa
21 392 1848/36
www.mnhn.pt

Jazida de Pegadas de Olhos de Água
Praia dos Olhos de Água, Óbidos

Jazida de Pegadas de Pedra da Mua
Cabo Espichel, Sesimbra
N 38° 25.513 W 009° 12.856
UTM: 29S E 481297 N 4253017

Jazida de Pegadas de Praia Grande
Praia Grande, Sintra
N 38° 48.522 W 009° 28.952
UTM: 29S E 458104 N 4295658

terça-feira, março 23, 2004

PEGADAS DE DINOSSAUROS EM ÓBIDOS

Uma nova jazida com cerca de 130 pegadas de dinossauros do Cretácico foi descoberta na Praia de Olhos de Água, no litoral do concelho de Óbidos.

Os trabalhos de campo, conduzidos pelo paleontólogo Octávio Mateus, da Universidade Nova de Lisboa e do Museu da Lourinhã, começaram imediatamente, deixando à vista cerca de 130 pegadas do Cretácico Inferior com cerca de 100 milhões de anos. O estudo preliminar já foi realizado por Octávio Mateus e Miguel Telles Antunes, da Universidade Nova de Lisboa, no que é uma das mais interessantes jazidas de pegadas de dinossauros em Portugal, com 17 trilhos e um total de 130 pegadas feitas por diferentes dinossauros. Há, pelo menos, três espécies distintas, todas bípedes, entre dinossauros terópodes (carnívoros) e ornitópodes (herbívoros) de médio e grande porte.

Os trilhos mais longos medem apenas 19 metros mas muito mais está ainda por descobrir assim que forem removidas as toneladas de terra e rocha que cobrem as pegadas. Estima-se a existência de mais de 200 pegadas de dinossauro.

Entre outras particularidades a jazida mostra um trilho de um dinossauro carnívoro que fez uma curva acentuada, e outro que têm os passos direitos mais compridos que os esquerdos, sugerindo que coxeava.

domingo, dezembro 28, 2003

PEGADAS

Portugal é rico em pegadas de dinossauros de Jurássico Médio ao Cretácico.

Existem vários tipos de preservação de pegadas:
1) Pegada propriamente dita (côncavas)
2) Contra-molde (convexa)
3) Supra-molde (convexa)

As pegadas permitem identificar o tipo de dinossauros, conhecer partes do comportamento, conhecer a velocidade e compreender a mecânica e locomoção do esqueleto.