terça-feira, julho 25, 2017
Entre 11 e 13 de Agosto, os dinossauros saem à rua
quarta-feira, maio 04, 2016
Alberto no Mundo dos Dinossauros
Hoje é lançado um livro infantil sobre dinossauros, o "Alberto no Mundo dos Dinossauros" escrito por Cidália Fernandes e Fedra Santos.
Trata-se um um livro em que a personagem principal, um menino chamado Alberto, vê-se num sonho mergulhado no Mesozóico. O interessante da história é que refere géneros de dinossauros portugueses como o Lusotitan, Supersaurus, Lourinhanosaurus, Miragaia e Torvosaurus, que ocorrem no Jurássico Superior na Formação da Lourinhã. A tartaruga Rosasia soutoi, do Cretácico de Aveiro, também é elencada na história.
É a primeira vez que alguns destes género chegam à cultura e literatura popular (i.e., não-científica) e é sempre um prazer quando a cultura e a ciência se encontram,
Título: Alberto no Mundo dos Dinossauros
Autor(a): Cidália Fernandes
Ilustração: Fedra Santos
N.º de páginas: 37
Formato: 225mm x 225mm
| Alberto e um dinossauro, desenhado por Fedra Santos. |
ISBN: 978-989-734-084-0
quarta-feira, fevereiro 24, 2016
Palestra em Lisboa: O que dinossauros nos dizem sobre evolução?
Num formato informal e descontraído, 60 minutos de Ciência pretende ser um fórum de discussão entre especialistas e cidadãos sobre temas atuais de Ciência. Com lugar na Sala Vandelli do MUHNAC, este programa decorrerá nas terceiras quintas feiras de cada mês, pelas 18h45.
terça-feira, janeiro 26, 2016
Curso de filogenia para paleontologia (Março na FCT-NOVA)
Training course: Phylogeny for Paleontology (March 12-13, 2016)

quinta-feira, dezembro 10, 2015
Conferência de Natal da Ciência Viva "Na Peugada dos dinossauros"
| Teatro Dona Maria II, em Lisboa (fonte: wikipedia) |
domingo, setembro 08, 2013
Dinossauros na TEDx na FCT-UNL
Links úteis:
www.tedxfctunl.com
www.ted.com
www.fct.unl.pt
terça-feira, março 12, 2013
Próximas palestras sobre dinossauros (Março e Abril 2013)

Temos uma série de eventos que incluem palestras e actividades sob alçada de diferentes organizações, a começar já amanhã:
sábado, outubro 24, 2009
«Maravilhas» da geologia portuguesa em exposição
«Maravilhas» da geologia portuguesa em exposição
De 27 de Outubro a 30 de Abril de 2010
| O crânio de um super-crocodilo que viveu há 12 milhões de anos na actual zona de Chelas estará em exposição |
Intitulada “As 27 primeiras maravilhas do Museu Geológico de Portugal”, esta exposição pretende dar a conhecer excepcionais testemunhos da história do território português e dos antepassados, animais e plantas que nele viveram ao longo de milhões de anos.
“Quando já tanto se falou das maravilhas do Mundo e de Portugal, julgamos oportuno trazer a público outro tipo de “maravilhas” cuja dificuldade esteve em escolher 27 por entre tantas”, sublinhou a organização da exposição.
Entre as relíquias expostas, os visitantes poderão admirar o Meteorito do Monte das Fortes (caído em Portugal em 1950), a Bacia de um Omosaurus lennieri (dinossauro herbívoro encontrado na zona de Lourinhã-Peniche-Caldas da Rainha) e o crânio de um super-crocodilo que viveu há 12 milhões de anos na actual zona de Chelas.
Estarão também patentes uma árvore com cinco milhões de anos, uma flor com 470 milhões de anos, o fóssil de cão que viveu há seis mil anos e objectos de há cinco mil anos a.C, descobertas que resultaram do trabalho de sucessivas gerações de investigadores e técnicos, que começou há mais de 150 anos.
segunda-feira, junho 15, 2009
Fotografia Paleontológica: Introdução
Geralmente, é sempre preferível a ilustração científica à fotografia, mas, quando não se pode ilustrar (ou não se tem esse talento), há que dar o melhor uso possível à máquina fotográfica. Para tirar boas fotos o modo “Automático” não é suficiente… é necessário dominar alguns conceitos fundamentais da fotografia genérica e ter muita paciência. Alguns dos conceitos que têm de ser entendidos são: abertura do obturador, velocidade de exposição, exposição da fotografia, distância focal, sensibilidade do sensor, profundidade de campo, balanço de brancos... e pronto, acho que são esses os mais importantes! É verdade (!), a fotografia é uma tarefa complexa e cheia de variáveis que precisam de ser testadas, mas por isso mesmo representa um desafio interessante. Eu ainda sou um leigo na matéria, mas o pouco que sei pretendo, assim, transmitir a outros leigos. Antes de imergirmos nos conceitos fotográficos, há que pensar naquilo que pretendemos com a fotografia. Será uma fotografia para publicação? Será uma fotografia para rapidamente se fazer um levantamento fotográfico das colecções de um museu? Será uma fotografia que pretende ser artística? Será uma fotografia que irá registar o decurso de uma escavação ou da preparação de um espécime? Todas as fotografias têm os seus propósitos específicos, e, o tempo e qualidade dos materiais que despendemos nelas são directamente
proporcionais à qualidade final da fotografia. Ao longo de uma série de artigos focar-nos-emos principalmente na fotografia para publicação. É, talvez, a mais exigente mas também a que mais permite explorar as potencialidades infinitas de uma máquina fotográfica.Apesar da fotografia de fósseis ter especificidades aracterísticas não é, na sua essência, em nada diferente da fotografia dita genérica. Depende - como é claro - das dimensões dos fósseis; se são mandíbulas de
salamandras com dois milímetros de tamanho ou se são fémures de saurópodes com dois metros de comprimento. Em qualquer um dos casos podem ser usadas máquinas vulgares compactas ou máquinas que custam vários milhares de euros. A fotografia de fósseis é, graças à tecnologia actual, acessível a todos! O que falta é meter mãos à obra!
Publicado concomitantemente no Boletim do Museu da Lourinhã.
sexta-feira, março 20, 2009
Ode ao Morphbank

Há coisas transversais em toda a ciência, não é só o empirismo, a reproducibilidade, a universalidade e essas coisas... o cientista é também um ser territorial. Quem já não ouviu falar das disputas de autoria de certos teoremas matemáticos? Quem já não ouviu falar do espanto que Darwin sentiu quando recebeu a carta de Wallace, alegando que tinha tido uma ideia semelhante? Na paleontologia passa-se o mesmo... quem descreveu primeiro o espécime, quem teve primeiro uma dada ideia, tudo isso conta; e até certo ponto com uma certa razão de ser. No entanto, há alturas em que isto se torna absolutamente ridículo. Por exemplo, se formos às reservas do Natural History Museum em Londres e se fotografarmos os espécimes temos de previamente assinar uma declaração de forma e não usamos as fotografias para mais nada a não ser uso próprio para fins científicos... Ora, isto tem algum cabimento? Teria se os fósseis ainda não tivessem sido publicados, mas acontece que muitos deles não foram tocados desde quase do tempo de Darwin, ainda nem a Teoria da Relatividade tinha sido inventada, nem a bomba atómica, nem existia Internet, nem computadores sequer. O que acontece actualmente é que o acesso aos espécimes é actualmente extremamente difícil. E depois há outra questão, é que muitas vezes quando os paleontólogos não publicam (ou demoram a publicar - dizem eles) ficam como que detentores dos espécimes e não deixam que ninguém lhes toque... Existe um episódio
engraçado que nos foi contado pelo nosso colega Jesper Milàn: havia um qualquer paleontólogo na Dinamarca que tinha a seu cargo o estudo de uma colecção de peixes. Mas a colecção tardava a ser estudada e o tal senhor mantinha religiosamente guardados os seus peixinhos trancados num armário... ai de alguém que ousasse só pensar em olhar para o armário!! E bom, o tempo foi passando... e passando... até que o homem morreu e os peixinhos nunca viram a luz da ciência porque se mantiveram bem arrumadinhos e empacotadinhos no armário. Como é que isto é possível? Não sei até que ponto o direito ao estudo pode substituir o direito ao conhecimento universal!
Há solução para este problema? Claro que sim. Basta pensarmos um pouquinho para podermos encontrar várias soluções. E parece por demais óbvio, que não devia ser necessário fazer uma longa viagem à China com uma pessada máquina fotográfica e tripé às costas, para podermos ter acesso, a fotografias de qualidade de fósseis que estejam nos museus do Império do Meio. No século das novas tecnologias e da Internet todos nós partinhamos informação e imagens apenas através de um clique. São milhões e milhões os jovens que partilham imagens e textos sobre si mesmos descrevendo os mais ínfimos detalhes pessoais. Quem não conhece os Hi5, os Orkut e os Facebooks por aí fora...?
Naturalmente, surge uma questão, não podemos fazer a mesma coisa com espécimes de animais importantes? E a resposta é um rotundo sim! Não é preciso ser um génio para o fazer, mas a ideia é de facto genial e ao construirmos bancos de dados online com informação morfológica vamos poder trocar dados muito rapidamente e todos os especialistas terão a vida extremamente facilitada. Lembrem-se que quem faz anatomia comparada necessita de, como é óbvio... comparar! A ideia deve ter começado com o bancos de genes online. Ou seja quem mapeava uma parte do genoma de um organismo colocava essa informação (depois de devidamente publicada numa revista da especialidade) online, para todos saberem o que tinha sido descoberto e não perderem tempo a mapear as mesmas partes do genoma dos mesmos organismos... há outras vantagens como permitir que se estudem centenas de genes de centenas de organismos simultâneamente. Já pensaram no poder de análise que conseguimos se todos partinharem os seus resultados? É um pequeno passo para o homem... mas um enorme salto para a Ciência. Nasceu assim o genebank! Nunca, em toda a história do planeta, tivemos tantas mentes brilhantes a fazer ciência e simultâneamente! E ainda por cima com as melhores ferramentas informáticas e tecnológicas de sempre. O meios nunca foram tão poderosos e nunca tivemos tantos humanos a utilizar esses recursos para conhecermos o mundo.
Por isso, apoiamos com total firmeza iniciativas como o Morphbank ou o Morphobank (sic!). Explorem-nos, usem e abusem deles!
E que o conhecimento científico não permaneça arrumadinho em armários, mas sim livre a todos os que o queiram conhecer e estudar. Cresça floresça e caminhe esta nova ferramenta ao dispor dos sábios do nosso tão precioso mundo.
http://www.morphbank.net/
Autoria partilhada do post com: Rui Castanhinha
segunda-feira, março 02, 2009
Calendário de eventos paleontológicos
Aqui vai um calendário de eventos paleontológicos: congressos, palestras e afins.
Colegas interessado em participar e contribuir para este calendário são bem vindos.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Exposição na FCG: A Evolução de Darwin
A exposição permanecerá entre 13 a 24 de Maio de 2009
Av. de Berna, 45-A LisboaTerça-feira a domingo das 10.00h às 18.00h
domingo, novembro 09, 2008
Quatro grandes livros sobre evolução
No que respeita grandes livros sobre evolução, apresento aqui uma selecção de importantes e geniais obras que dão uma perspectiva que julgo abrangente da evolução. Essenciais para qualquer investigador ou estudante que estude a selecção natural.
Além de ser um clássico e um marco histórico, está genialmente bem escrito e é seguramente um dos livros que mais influenciou a humanidade.

Dá uma perspectiva da evolução e mostra que a diversidade é um subproduto da mesma. É o melhor livro para compreender a maravilha da biodiversidade.
Link Google Books
Introduz a noção de que os genes são a unidade principal da evolução e mostra-a como uma luta constante que os genes têm para sobreviver.
Link Google Books
Explica a evolução humana de forma quase desconcertante: o nosso cérebro evoluiu essencialmente como um carácter sexual secundário, ou seja, somos inteligentes para impressionar o(a) parceiro(a).
Link Google Books
Votos de boa leitura!
quarta-feira, outubro 01, 2008
Palavras úteis em inglês para a paleontologia
Est lista pode nem sequer "servir para atacadores", mas aqui fica. A maioria delas são de âmbito geral, sem ser especialmente dedicadas à paleontologia. Isto foi a propósito do exame que vou fazer (o GRE), feito por todos aqueles que queiram cruzar o Atlântico para estudar, tive de decorar uma lista de mais de 3000 palavras esquisitas em inglês. Muitas delas têm etimologia latina ou grega, pelo que é possível que tenham o seu equivalente em Português. As palavras são assim um bocado para o eruditas, e sim, tiveram mesmo que me obrigar a decorá-las:
COLLATE – compare (as two texts) carefully and critically
HOMESTRETCH – final stage of a project
STAMMER – hesitate in speaking
SURMISE – put forth opinion without prior substantiation
SUMMON - convoke
STILTED – not easy and natural “stilted language”
STICKLER – one who insists on exactness and completeness
SPECIOUS – plausible but wrong
MERETRICIOUS - specious
sift
TAUTOLOGICAL – true in all words; repeated evidence
UPSHOT – final result
STARN - lineage
SEREPENDITY – inadvertent discovery
PUTATIVE – commonly accepted
PURPORT – implied meaning
PRY – look closely inquisitively
BRAGGART – someone who talks big
BRUIT – make known by report
ACUMEN – mental keenness and penetration
BEHOOVE – to be necessary, proper, advantageous for
COGENT – convincing
PROLIX – wordy
PERIPHRASIC – wordy
CIRCUMLOCUTION – wordy
PROCLIVITY – inclination, bias
PITHY – having substance and point
DIGRESS – depart from main subject
PELLUCID – limpid/transparent
ASSAY – determine/estimate the characteristics of
DESCRY – to discover by observation/investigation
FORTE – strong point
SEMINAL – creative
ADDUCE – cite
DEBUNK – expose falseness of
quinta-feira, agosto 28, 2008
Pegadas na Praia dos Olhos de Água
Deixo uma sugestão de Verão: a jazida de pegadas, na praia de Olhos de Água,
a sul da Praia do Cortiço, no concelho de Óbidos é sempre uma boa visita,
aproveitando os últimos dias de Agosto, numa das mais bonitas praias da
região. Veja a localização no Google Maps aqui.

Foi descoberta inicialmente pelo Sr. António Miranda e publicada em 2003 por
mim e Prof. Miguel Telles Antunes. A referência é:
Mateus, O. & Antunes, M.T. (2003). A new dinosaur tracksite in the Lower
Cretaceous of Portugal. Ciências da Terra (UNL), 15: 253-262. (em PDF)
O resumo da publicação de 2003:
É descrita uma nova jazida de pistas de dinossauros no Cretácico inferior (Aptiano-Albiano) na praia de Olhos de Água, a primeira ocorrência de fósseis de vertebrados na Unidade estratigráfica em causa. Foram observadas 128 pegadas e 17 pistas numa superfície de ca. de 80 m2, permitindo reconhecer três morfotipos de pegadas tridáctilas: - Tipo 1 ("Iguanodontipus") – pistas D, F, K, J e P; - Tipo 2 (Terópode de grande porte), pegadas típicas de terópode, semelhantes a Grallator, i.e. pistas A, B, H e O; Tipo 3 (Terópode de porte médio), representadas só na pista M.
Além destas há algumas pistas mal conservadas, não identificadas. A pista B, de terópode, é sinuosa e foi produzida por um animal que coxeava. Outro caso interessante é o da pista M, dirigida de início para Este mas que muda drasticamente de direcção, para Oeste, ao mesmo tempo que o movimento se acelerou; o dinossauro decidiu virar-se e correr em sentido oposto.
Esta jazida evidencia pistas segundo três direcções principais: para Sul, para Este e para Oeste. Com a excepção da pista O, os grandes terópodes dirigiam-se para Sul (pistas A, B, G e H).
Perpendicularmente a estas, há pistas de ornitópodes, pequenos terópodes e dinossauros não identificados dirigidas para Este (5) e para Oeste (7). A repartição segregada em grupos de pistas e de direcções (com pistas de grandes terópodes dirigidas para Sul e de outros dinossauros para Oeste ou para Este pode significar que grandes terópodes vigiavam áreas de acesso a um recurso importante, muito provavelmente água, frequentemente procurada por ornitópodes e terópodes de menor porte. Não há indícios de comportamento social ou de gregarismo; a sobreposição de
pegadas mostra que os grandes terópodes que se dirigiam para Sul passaram em várias ocasiões. Foi possível caracterizar três sequências de pistas por ordem cronológica.
quarta-feira, agosto 06, 2008
O Google Earth dos mapas geológicos!
Já pensou

Finalmente temos possibilidade de ter o mapa geológico mundial à distância de uns cliques e de o exportar para o Google Earth.

Essa possibilidade está disponível no Portal One Geology (http://portal.onegeology.org/) no qual pode visualizar muitos mapas geológicos, inclusive o mundial e europeu, e descarregar para diversos formatos digitais, inclusive o do Google Earth. O mapa geológico de Portugal só pode ser visto no enquadramento europeu (aqui vai um link do ficheiro) ou mundial e ainda temos de esperar para termos o nosso país em geologia digital gratuita neste formato com maior detalhe. E quando é que o LNEG disponibilizará gratuitamente os mapas geológicos de Portugal em formato digital e vectorial, tal como fazem nuestros hermanos espanhóis?
domingo, agosto 03, 2008
Evolução e Criacionismo - uma relação impossível»
Acabei por nunca fazer um post sobre um livro em que participei.
Aproveito parte do texto do site da Ciência Hoje e aqui vai:
Livro «Evolução e Criacionismo - uma relação impossível» Editor: Quasi Edições |
Os autores do livro -
Comprometem a ciência, pois esta explica a realidade por processos naturais. Alguns dos seus patrocinadores nos EUA, já assumiram publicamente ser o seu fim último, promover uma sociedade, onde leis, ensino e ciência (!) se baseiam na Bíblia. Ou seja, reverter as conquistas da secularização. Socorrem-se de toda a espécie de recursos e meios de divulgação. Têm criado muitos problemas no ensino da Biologia nos EUA, invadiram a Europa há alguns anos e começam agora a movimentar-se em Portugal.
Neste livro relata-se a a história do Criacionismo Científico até à conclusão da escrita do livro em Junho de 2007. Descrevem-se os vários movimentos criacionistas e apresentam-se alguns dos seus principais proponentes, ideias e estratégias de divulgação. Por outro lado, apresenta-se uma síntese da evolução darwiniana, como é entendida actualmente, incluindo as modificações e debates mais recentes em biologia evolutiva.
Esclarecem-se as principais objecções levantadas publicamente pelos movimentos criacionistas contra a Teoria da evolução, repondo a realidade com factos e exemplos que ao mesmo tempo tornam a compreensão da evolução acessível a todos. Analisam-se deturpações comuns da evolução darwiniana usadas para justificar práticas moralmente condenáveis como a discriminação baseada na raça, no género ou na espécie. E, dado que para muitos, a resistência em aceitar a evolução, resulta sobretudo de um receio de perda das referências morais (que só poderiam ser ditadas pela religião), mostra-se como as ciências do comportamento e a Antropologia acumulam evidência de que os humanos têm disposições naturais para a moral, desenvolvidas durante a sua evolução biológica. E é em consequência disto que não é preciso ter medo da evolução».
terça-feira, julho 15, 2008
Evolução: história e argumentos
Vai sair, em breve, um novo livro sobre evolução. A não perder!

Evolução: História e Argumentos
Esfera das Ciências / 3
200 pp
Formato: 16cm x 23,50cm
ISBN: 978-989-8025-55-5
Data de Publicação: Julho de 2008
PVP: 17,30 euros
Ed. Esfera do Caos
NAS LIVRARIAS: 15 DE JULHO
"Nada em Biologia faz sentido excepto à luz da evolução" (T. Dobzhansky, 1973). Se aceitarmos que esta afirmação é válida para a prática científica da Biologia, será então igualmente válido afirmar-se que nada no ensino da Biologia faz sentido excepto à luz da evolução. Acontece, porém, que estas afirmações não são consensuais fora dos contextos científico e académico. Podemos aliás colocá-las no cerne de uma complexa e já antiga polémica ― aquela que opõe os criacionistas aos evolucionistas.
Os livros da série «Fundamentos e Desafios do Evolucionismo», que a colecção «Esfera das Ciências» agora acolhe, querem contribuir para a clarificação e difusão do conhecimento sobre a evolução biológica, situando a análise das diversas questões que ele suscita no território que lhe é próprio: o da ciência e da filosofia da ciência.
Sobre o livro:
Como explicar que animais tão diferentes como a baleia e o morcego partilhem estruturas ósseas tão semelhantes? Que durante o desenvolvimento embrionário humano surjam estruturas semelhantes a guelras de peixes? Que todos os seres vivos apresentem o mesmo mecanismo de hereditariedade? Que nos últimos cinquenta anos tenham surgido bactérias resistentes a todos os antibióticos desenvolvidos pela indústria farmacêutica?
Em 1859, Charles Darwin publica A Origem das Espécies. Nesta obra monumental, de forma estruturada e consistente, lança os alicerces da biologia evolutiva. Para entendermos o sentido e o significado do mundo vivo, desde a bactéria até ao homem, precisamos de compreender os fenómenos que nele têm lugar e os mecanismos que os regem. O conhecimento da história evolutiva das espécies é crucial para compreendermos a unidade, a diversidade e o dinamismo dos seres vivos, assim como o passado e o presente da vida na Terra.
Os trabalhos que compõem este livro ― textos seminais inéditos e textos originais que abordam a história da teoria evolutiva e apresentam a contribuição de várias áreas científicas para o estudo da evolução ― constituem um contributo importante para que o leitor adquira as ferramentas adequadas à compreensão e descodificação de um dos maiores enigmas de todos os tempos: a vida.
Inclui textos inéditos de Charles Darwin e Alfred Wallace (Capítulo 1) e de Theodosius Dobzhansky (Capítulo 4). São documentos históricos e científicos de primeira grandeza, nunca antes publicados
Os Autores
Charles Darwin, Alfred Wallace,
Série Fundamentos e Desafios do Evolucionismo
Direcção Científica:
Volume 1 Evolução: História e Argumentos
No prelo:
Volume 2 Evolução: Conceitos e Debates
Volume 3 Evolução Química e Origem da Vida
Volume 4 Origem e Evolução do Homem
As obras desta série são publicadas no âmbito de uma parceria com o CFCUL Centro de Filosofia das Ciências da
quinta-feira, julho 10, 2008
MUJA
O Museu Jurásico de Asturias é um Museu exemplar sob vários pontos de vista. Não só promove a investigação de um dos espólios mais impressionantes (principalemente pela diversidade) de pegadas do Jurássico superior, como também está vocacionado para o público em geral. Os conteúdos do museu são apresentados de forma muito didática e fácil de apreender. Isto explica-se possivelmente pelo recurso a informação visual e ideias-chave, como formas de transmissão de informação.
Queria deixar uma lista dos espécimes de réplicas em exibição, pois poderá servir como ferramenta a qualquer outro paleontólogo que precise:
Osteichthyes
Lepidotes
Dinosauria
Saurischia
Prosauropoda
Plateosaurus
Sauropoda
Camarasaurus
Diplodocus
Theropoda
Allosaurus
Giganotosaurus
Dromeosaurus
Herrerasaurus
Tyrannosaurus
Deinonychus
Ornithischia
Ornithopoda
Hypsilophodon
Marginocephalia
Ankylosaurus
Triceratops
Therapsida
Estemmenosuchus
Lystrosaurus
Rauisuchia
Prestosuchus
Prolacertiformes
Tanystropheus
Plesiosauria
Thalassomedon
Crocodiliformes
Steneosaurus
Pterosaria
Dsungaripterus
Campylognathoides












